Palavras

guinchar

Origem incerta, possivelmente onomatopeica.

Origem

Período Medieval

Origem incerta, possivelmente onomatopaica, imitando o som agudo e estridente. Possível influência de termos como 'guincho' (veículo de carga) ou 'guinchar' (em galego e asturiano, com sentido de guinchar ou gritar).

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

Entrada na língua portuguesa com o sentido de emitir som agudo e estridente, aplicado a animais e pessoas em sofrimento ou com vozes finas.

Séculos XVII - XIX

Sentido se mantém ligado à emissão de sons agudos e desagradáveis, usado em descrições literárias para evocar sensações de alarme, dor ou irritação. Expande-se para descrever o som de objetos mecânicos em mau estado.

Atualidade

Mantém a conotação negativa ou de incômodo, descrevendo sons agudos e estridentes de animais, crianças ou objetos.

A palavra 'guinchar' é formal e dicionarizada, usada para sons específicos e desagradáveis, sem grandes ressignificações recentes no uso comum.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em textos antigos indicam o uso da palavra para descrever sons desagradáveis, especialmente de animais.

Momentos culturais

Séculos XVII - XIX

Presença em obras literárias para caracterizar sons de animais (como porcos ou aves de rapina) ou para descrever gritos de dor ou desespero, intensificando a atmosfera da narrativa.

Representações

Século XX - Atualidade

Utilizada em filmes, séries e novelas para descrever sons de animais em cenas rurais ou de terror, ou o som de objetos mecânicos (como portões enferrujados, freios de carro) para criar tensão ou realismo.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'squeal' (para porcos, crianças), 'screech' (para freios, gritos agudos). Espanhol: 'chillar' (som agudo, gritar), 'chirriar' (som metálico, rangido). O sentido de som agudo e desagradável é compartilhado, com variações específicas para animais ou objetos.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'guinchar' mantém sua relevância como um termo descritivo preciso para sons agudos e estridentes. É uma palavra formal, encontrada em dicionários e usada em contextos que exigem especificidade sonora, sem ter adquirido conotações informais ou gírias significativas no português brasileiro contemporâneo.

Origem Etimológica

Origem incerta, possivelmente onomatopaica, imitando o som agudo e estridente. Pode ter influências de termos como 'guincho' (veículo de carga) ou 'guinchar' (em galego e asturiano, com sentido de guinchar ou gritar).

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'guinchar' surge na língua portuguesa com o sentido de emitir som agudo e estridente, aplicado a animais (como porcos, aves) e, por extensão, a pessoas em sofrimento ou com vozes finas. Registros em textos antigos indicam seu uso para descrever sons desagradáveis.

Evolução de Sentido e Uso

Ao longo dos séculos, o sentido de 'guinchar' se mantém ligado à emissão de sons agudos e desagradáveis. É comum em descrições literárias para evocar sensações de alarme, dor ou irritação. O uso se expande para descrever o som de objetos mecânicos em mau estado.

Uso Contemporâneo

Em português brasileiro, 'guinchar' é uma palavra formal e dicionarizada, utilizada para descrever sons agudos e estridentes, como os de animais (porcos, ratos), crianças chorando de forma aguda, ou o som de freios de carro. Mantém sua conotação negativa ou de incômodo.

guinchar

Origem incerta, possivelmente onomatopeica.

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