investir-de-novo
Não aplicável, pois não é um vocábulo reconhecido.
Origem
A sequência 'investir-de-novo' não possui origem etimológica própria, pois é uma combinação de duas unidades lexicais preexistentes: o verbo 'investir' (do latim 'investire', cobrir, vestir, cercar, e posteriormente, no sentido financeiro, do latim 'investire', dar posse, colocar em) e o advérbio 'de novo' (do latim 'de novo', novamente).
Mudanças de sentido
O sentido é sempre o de realizar um investimento (financeiro, de tempo, de esforço) uma segunda vez ou repetidamente. Não há mudança de sentido, mas sim a consolidação da locução verbal.
O sentido permanece o mesmo: 'investir novamente'. A falta de lexicalização impede que a expressão adquira novos significados.
A expressão é usada em contextos de finanças pessoais, mercado de ações, ou mesmo em sentido figurado, como 'investir de novo em um relacionamento' ou 'investir de novo em um projeto'. No entanto, a forma 'investir de novo' (separada) é a preferencial e gramaticalmente correta.
Primeiro registro
Não há um registro único e documentado para a forma 'investir-de-novo' como palavra. Registros de uso da locução verbal 'investir de novo' são encontrados em textos financeiros e de negócios a partir do século XX. A forma hifenizada é rara e provavelmente surge em contextos informais ou de digitação rápida.
Vida digital
A busca por 'investir de novo' (separado) é comum em motores de busca, especialmente em relação a investimentos financeiros. A forma hifenizada 'investir-de-novo' aparece esporadicamente em fóruns, redes sociais e comentários, muitas vezes como um erro de digitação ou uma tentativa de criar um termo específico, mas sem viralização ou reconhecimento.
Comparações culturais
Inglês: A ideia é expressa por 'invest again' ou 'reinvest'. Não há uma palavra composta equivalente. Espanhol: A ideia é expressa por 'invertir de nuevo' ou 'reinvertir'. Não há uma palavra composta equivalente. Francês: A ideia é expressa por 'investir à nouveau' ou 'réinvestir'.
Relevância atual
A sequência 'investir-de-novo' não possui relevância lexical ou cultural no português brasileiro. É uma construção gramaticalmente possível como locução verbal ('investir de novo'), mas a forma hifenizada não é reconhecida como um vocábulo. Sua aparição é residual e não indica uma tendência de formação de palavra.
Período Pré-Lexicalização
Antes do século XX — A sequência 'investir-de-novo' não existia como unidade lexical. O verbo 'investir' (do latim 'investire', cobrir, vestir, cercar) e o advérbio 'de novo' (do latim 'de novo', novamente) existiam separadamente.
Emergência Conceitual e Uso Fragmentado
Século XX — O conceito de 'investir novamente' começa a ser expresso pela junção das palavras, mas sem formar um vocábulo único. O uso é descritivo e contextual.
Uso Contemporâneo e Digital
Século XXI (Atualidade) — A sequência 'investir-de-novo' aparece esporadicamente em contextos digitais, geralmente em buscas ou em linguagem informal, mas sem consolidação lexical. O sentido é sempre o de 'investir novamente'.
Não aplicável, pois não é um vocábulo reconhecido.