julgavam
Do latim 'iudicare'.
Origem
Do verbo latino 'iudicare', que significa julgar, decidir, formar opinião. Este, por sua vez, deriva de 'ius' (lei) e 'dicere' (dizer), remetendo à ideia de 'dizer o direito'.
Mudanças de sentido
Originalmente ligado à aplicação da lei e à tomada de decisões formais.
Amplia-se para o sentido de formar opinião, avaliar, criticar, tanto em contextos formais quanto informais.
A forma 'julgavam' mantém o sentido de ação passada de emitir juízo, mas pode carregar nuances de crítica social ou histórica, dependendo do contexto.
Em narrativas, 'julgavam' pode evocar um tempo onde as opiniões eram diferentes, ou onde um grupo de pessoas tinha uma percepção específica sobre algo ou alguém. A forma imperfeita sugere uma ação contínua ou habitual no passado.
Primeiro registro
A forma verbal 'julgavam' é esperada em textos medievais em português, como crônicas, documentos legais e textos religiosos, refletindo a evolução do latim vulgar para as línguas românicas.
Momentos culturais
Presente em obras que narram feitos históricos, dilemas morais ou a vida em sociedade, onde a opinião alheia era frequentemente descrita.
Utilizada em romances e contos para descrever costumes, preconceitos e a mentalidade de épocas passadas, como em obras de Machado de Assis ou Aluísio Azevedo.
Conflitos sociais
A palavra 'julgavam' pode estar associada a descrições de preconceitos, condenações sociais e a forma como a sociedade (ou grupos dentro dela) emitia juízos sobre minorias, comportamentos ou ideias.
Vida emocional
A forma 'julgavam' pode evocar sentimentos de nostalgia, crítica ao passado, ou a percepção de uma sociedade mais ou menos permissiva, dependendo do contexto narrativo.
Vida digital
A forma verbal 'julgavam' aparece em discussões online sobre história, redes sociais e em análises de comportamentos passados. Não há registros de viralizações específicas da forma verbal isolada, mas sim de conteúdos que a utilizam.
Representações
Frequentemente usada em diálogos ou narrações para situar o espectador em um período passado, descrevendo como as pessoas pensavam ou agiam naquela época.
Comparações culturais
Inglês: 'they judged' ou 'they used to judge' (pretérito imperfeito). Espanhol: 'juzgaban' (pretérito imperfecto del indicativo). Ambos os idiomas possuem formas verbais equivalentes para expressar a ação de julgar no passado de forma contínua ou habitual.
Relevância atual
A forma 'julgavam' mantém sua função gramatical e semântica no português brasileiro, sendo essencial para a construção de narrativas que remetem ao passado e para a análise histórica e social de épocas anteriores. Sua presença em '4_lista_exaustiva_portugues.txt' como palavra formal/dicionarizada atesta sua contínua relevância.
Origem Etimológica
Século XII/XIII — Deriva do latim 'iudicare', que significa julgar, decidir, formar opinião, originado de 'ius' (lei) e 'dicere' (dizer).
Evolução na Língua Portuguesa
Idade Média - Século XIX — A forma verbal 'julgavam' (pretérito imperfeito do indicativo) surge e se consolida no português, refletindo a ação de emitir juízo ou opinião no passado. Presente em textos religiosos, jurídicos e literários.
Uso Contemporâneo
Século XX - Atualidade — 'Julgavam' continua sendo uma forma verbal comum, utilizada em narrativas históricas, relatos pessoais e discussões sobre o passado. Sua frequência se mantém em contextos formais e informais, como documentado em '4_lista_exaustiva_portugues.txt'.
Do latim 'iudicare'.