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lactoalbumina

Do latim 'lac', 'lactis' (leite) + 'albumen' (clara de ovo).

Origem

Século XIX

Composta pelo radical latino 'lacto-' (leite) e 'albumina', do latim 'albus' (branco), indicando uma proteína branca encontrada no leite.

Primeiro registro

Final do Século XIX - Início do Século XX

Acredita-se que os primeiros registros em português datem deste período, em publicações científicas e tratados de química e nutrição, refletindo a adoção de terminologia internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'lactalbumin'. Espanhol: 'lactoalbúmina'. Ambos os idiomas utilizam termos etimologicamente idênticos ou muito próximos, refletindo a origem científica comum e a padronização internacional da nomenclatura bioquímica.

Relevância atual

A lactoalbumina é um componente chave na indústria de suplementos alimentares, especialmente para atletas e bebês, devido ao seu alto valor nutricional e digestibilidade. Sua presença em produtos lácteos é um indicador de qualidade e composição.

O termo é formal e dicionarizado, encontrado em contextos acadêmicos, técnicos e em rótulos de produtos alimentícios. Não possui uso coloquial ou gírias associadas.

Origem Etimológica

Formada a partir do latim 'lac, lactis' (leite) e do grego 'albus' (branco), referindo-se a uma proteína branca do leite.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'lactoalbumina' surge no vocabulário científico e técnico em português, provavelmente no final do século XIX ou início do século XX, acompanhando o desenvolvimento da bioquímica e da indústria de laticínios.

Uso Contemporâneo

Termo técnico amplamente utilizado na indústria alimentícia, nutrição e pesquisa científica, referindo-se especificamente à proteína do soro do leite.

lactoalbumina

Do latim 'lac', 'lactis' (leite) + 'albumen' (clara de ovo).

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