marata
Origem incerta, possivelmente Tupi.
Origem
Origem em línguas indígenas sul-americanas, possivelmente do tupi 'maratá', significando pequeno roedor.
Mudanças de sentido
Nomeação de um animal específico da fauna sul-americana.
Entrada no vocabulário científico e popular como termo zoológico.
Manutenção do sentido dicionarizado, com uso mais restrito a contextos técnicos e científicos. Não há ressignificações populares significativas registradas.
A palavra 'marata' manteve seu sentido original de designação para um tipo de roedor, sem adquirir conotações figuradas ou gírias proeminentes na língua portuguesa falada no Brasil. Sua trajetória é marcada pela estabilidade semântica dentro do campo da zoologia.
Primeiro registro
Registros em obras de naturalistas e descrições da fauna brasileira, como as de Spix e Martius, que documentaram a biodiversidade do Brasil.
Comparações culturais
Inglês: O termo equivalente mais próximo seria 'South American cricetid' ou nomes específicos de espécies dentro da família Cricetidae, sem uma única palavra de uso geral. Espanhol: Similar ao português, utiliza termos como 'ratón sudamericano' ou nomes locais específicos para os roedores da família Cricetidae, dependendo da região.
Relevância atual
A palavra 'marata' é formalmente reconhecida e dicionarizada no português brasileiro como o nome de um pequeno roedor da família Cricetidae, endêmico da América do Sul. Seu uso é predominantemente técnico em estudos zoológicos e de conservação, sem grande penetração no vocabulário coloquial ou em outras esferas culturais.
Origem Indígena e Entrada no Português
Período pré-colonial e colonial — A palavra 'marata' tem origem em línguas indígenas sul-americanas, possivelmente do tupi 'maratá', referindo-se a um pequeno roedor.
Uso Científico e Popular
Séculos XVIII-XIX — A palavra entra no vocabulário científico e popular para designar o animal, com registros em obras de naturalistas e descrições da fauna brasileira.
Uso Contemporâneo
Século XX - Atualidade — 'Marata' continua sendo o termo dicionarizado para o roedor, mas seu uso é predominantemente técnico ou em contextos específicos de zoologia e ecologia.
Origem incerta, possivelmente Tupi.