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nao-estragou

Formado pela negação 'não' e o verbo 'estragar'.

Origem

Séculos XII-XIII

Deriva do verbo 'estragar', cuja origem é incerta, possivelmente ligada ao latim 'extravagari' (desviar-se) ou 'stragulare' (sufocar, estrangular), com o sentido de danificar, corromper. A forma 'não estragou' é a negação do pretérito perfeito do indicativo.

Mudanças de sentido

Séculos XII-XIII

Sentido primário de danificar, corromper, deteriorar.

Séculos XIV-XVIII

Consolidação do uso para indicar a ausência de dano, preservação de alimentos, objetos e integridade física ou moral.

Séculos XIX-XXI

Manutenção do sentido literal, com aplicações em contextos de conservação, integridade e, metaforicamente, em planos e situações ('o plano não estragou').

Primeiro registro

Idade Média

Registros em textos medievais que utilizam o verbo 'estragar' e suas conjugações, indicando o sentido de dano ou corrupção. A forma negativa 'não estragou' estaria presente em contextos que descrevem a preservação.

Momentos culturais

Literatura Clássica

Presente em obras literárias para descrever a conservação de bens, alimentos ou a integridade de personagens e situações.

Culinária e Gastronomia

Frequentemente utilizada em receitas, dicas de conservação e avaliações de alimentos, indicando que algo permaneceu em bom estado.

Vida digital

Comum em avaliações de produtos em e-commerces, como 'o produto chegou intacto, não estragou'.

Utilizada em fóruns e redes sociais para descrever a durabilidade de itens ou a ausência de problemas em planos.

Pode aparecer em memes ou posts humorísticos que brincam com a durabilidade de objetos ou a frustração de algo que estragou.

Comparações culturais

Inglês: 'did not spoil' (para alimentos), 'did not get damaged' ou 'remained intact' (para objetos). Espanhol: 'no se estropeó' (geral), 'no se echó a perder' (para alimentos). O conceito de ausência de dano ou deterioração é universal, mas as expressões verbais e suas nuances variam.

Relevância atual

A expressão 'não estragou' mantém sua relevância no português brasileiro como um termo direto e eficaz para descrever a preservação e a ausência de danos, sendo parte integrante da comunicação cotidiana em diversos contextos, do informal ao comercial.

Origem Latina e Formação

Séculos XII-XIII — O verbo 'estragar' tem origem incerta, possivelmente do latim 'extravagari' (desviar-se, sair do caminho) ou 'stragulare' (sufocar, estrangular), com o sentido de danificar, corromper. A forma 'não estragou' surge como a negação do pretérito perfeito do indicativo, indicando a ausência de dano em um momento passado.

Consolidação no Português

Séculos XIV-XVIII — A forma 'não estragou' se estabelece na língua portuguesa, sendo utilizada em diversos contextos para descrever a preservação de objetos, alimentos, ou a ausência de deterioração física ou moral.

Uso Moderno e Contextual

Séculos XIX-XXI — A expressão mantém seu sentido literal, mas ganha nuances dependendo do contexto. Pode referir-se à conservação de alimentos ('o pão não estragou'), à integridade de objetos ('o carro não estragou'), ou metaforicamente à ausência de danos em planos ou situações ('o plano não estragou').

Presença Contemporânea e Digital

Atualidade — A expressão 'não estragou' é amplamente utilizada na comunicação cotidiana, incluindo o ambiente digital. É comum em descrições de produtos, avaliações, e em conversas informais, mantendo seu significado de preservação e ausência de dano.

nao-estragou

Formado pela negação 'não' e o verbo 'estragar'.

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