negligenciarem

Do latim 'negligentia', derivado de 'neglegere' (desprezar, não cuidar).

Origem

Século XIV

Do latim 'negligentia', significando 'falta de cuidado', 'descuido', 'indiferença'. O verbo 'negligere' é composto por 'nec' (não) e 'legere' (escolher, recolher, prestar atenção).

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

O sentido original de 'falta de cuidado' ou 'descuido' se mantém, com a palavra sendo aplicada em contextos que exigem atenção e responsabilidade, como em documentos legais e administrativos.

Atualidade

O sentido de 'negligenciar' permanece estável, referindo-se à omissão de um dever, cuidado ou atenção devida. A forma 'negligenciarem' é a terceira pessoa do plural do futuro do subjuntivo ou imperativo, indicando uma ação futura de não cuidado.

A palavra é frequentemente encontrada em textos jurídicos, relatórios de auditoria, discussões sobre responsabilidade civil e penal, e em contextos acadêmicos que analisam falhas em processos ou sistemas.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em documentos legais e administrativos da época, refletindo a adoção do vocabulário latino no português.

Momentos culturais

Séculos XV-XX

A palavra e suas conjugações aparecem em obras literárias e jurídicas, frequentemente associada a falhas de caráter, deveres não cumpridos ou acidentes causados por desatenção.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A palavra é central em discussões sobre responsabilidade em acidentes de trabalho, negligência médica, falhas de segurança pública e privada, gerando debates sobre culpa, punição e prevenção.

Vida emocional

Século XX - Atualidade

A palavra carrega um peso negativo, associada a consequências danosas, sofrimento e injustiça. Evoca sentimentos de frustração, raiva e decepção quando aplicada a situações de falha humana ou institucional.

Vida digital

Atualidade

A forma 'negligenciarem' raramente aparece em contextos informais ou virais na internet. Sua presença digital é majoritariamente em notícias, artigos jurídicos, fóruns de discussão sobre leis e direitos, e em conteúdos acadêmicos.

Representações

Século XX - Atualidade

A ideia de negligência é frequentemente retratada em novelas, filmes e séries, especialmente em tramas que envolvem processos judiciais, acidentes dramáticos ou falhas de cuidado que afetam personagens.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'to neglect' (negligenciar), 'negligence' (negligência). O conceito é similar, com forte presença no sistema legal anglo-saxão. Espanhol: 'negligir' (negligenciar), 'negligencia' (negligência). O termo é amplamente utilizado em contextos jurídicos e cotidianos, com significado equivalente. Francês: 'négliger' (negligenciar), 'négligence' (negligência). Compartilha a mesma raiz latina e uso em contextos formais e legais.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'negligenciarem' mantém sua relevância em âmbitos formais, especialmente no discurso jurídico, ético e profissional. É um termo técnico que descreve a falha em cumprir deveres de cuidado, sendo fundamental para a atribuição de responsabilidades e para a análise de falhas em diversos setores da sociedade.

Origem Etimológica

Século XIV - Deriva do latim 'negligentia', que significa 'falta de cuidado', 'descuido', 'indiferença'. O verbo 'negligere' (negligenciar) é formado por 'nec' (não) e 'legere' (escolher, recolher, prestar atenção), indicando a ação de não recolher ou não prestar atenção.

Entrada e Evolução no Português

Séculos XV-XVI - O verbo 'negligenciar' e suas formas conjugadas, como 'negligenciarem', entram no vocabulário do português, inicialmente em contextos formais e jurídicos, refletindo a influência do latim e do direito romano.

Uso Contemporâneo

Atualidade - A forma 'negligenciarem' é utilizada em contextos formais, legais, técnicos e acadêmicos, mantendo seu sentido original de omissão de cuidado ou dever. É uma palavra formal/dicionarizada.

negligenciarem

Do latim 'negligentia', derivado de 'neglegere' (desprezar, não cuidar).

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