Palavras

ocratoxina

Do grego 'okrys' (gema, veneno) + 'toxikon' (veneno).

Origem

Meados do século XX

Do grego 'okhrós' (amarelo) e 'toxikón' (veneno), descrevendo a cor e a natureza tóxica das micotoxinas.

Primeiro registro

Meados do século XX

O termo começou a ser utilizado na literatura científica internacional para classificar micotoxinas específicas, com registros em publicações de toxicologia e micologia a partir dos anos 1960.

Comparações culturais

Inglês: Ochratoxin. Espanhol: Ocratoxina. O termo é amplamente internacionalizado em publicações científicas, mantendo a mesma raiz etimológica e significado técnico em diversas línguas.

Relevância atual

A ocratoxina é uma preocupação constante na indústria de alimentos e rações. Regulamentações sanitárias em todo o mundo estabelecem limites máximos permitidos para sua presença, destacando sua importância na segurança alimentar global. A pesquisa continua focada em métodos de detecção e prevenção.

Origem Etimológica

A palavra 'ocratoxina' tem origem grega, derivada de 'okhrós' (amarelo) e 'toxikón' (veneno). Refere-se a um grupo de micotoxinas com coloração amarelada, conhecidas por sua toxicidade.

Entrada na Língua Portuguesa

A introdução do termo em português ocorreu com o avanço da toxicologia e da ciência de alimentos, a partir da segunda metade do século XX, para descrever compostos fúngicos perigosos. A palavra é formal e dicionarizada, utilizada primariamente em contextos científicos e técnicos.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'ocratoxina' é um termo técnico empregado em agronomia, veterinária, segurança alimentar e saúde pública. Sua relevância reside na necessidade de monitoramento e controle de contaminação em grãos, frutas secas e produtos de origem animal, visando a proteção da saúde humana e animal.

ocratoxina

Do grego 'okrys' (gema, veneno) + 'toxikon' (veneno).

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