olhassem
Do latim 'oculāre', derivado de 'oculus' (olho).
Origem
Do verbo latino 'oculāre' (olhar, ver), derivado de 'oculus' (olho).
Mudanças de sentido
O verbo 'oculāre' e seus derivados já indicavam o ato de ver ou olhar.
A forma 'olhassem' sempre manteve o sentido de uma ação de olhar hipotética, condicional ou desejada no passado, sem grandes alterações semânticas.
A função gramatical do subjuntivo imperfeito, expressa por 'olhassem', é crucial para nuances de incerteza, desejo ou irrealidade, como em 'Se eles olhassem para o lado, veriam a verdade'.
Primeiro registro
Registros de textos em português antigo já apresentam conjugações do verbo 'olhar' em tempos e modos diversos, incluindo o subjuntivo imperfeito, indicando a antiguidade da forma 'olhassem'.
Momentos culturais
Presente em obras de autores como Machado de Assis e Guimarães Rosa, onde a forma 'olhassem' é utilizada para construir narrativas complexas e expressar estados de espírito dos personagens.
A forma verbal aparece em letras de canções, frequentemente em contextos líricos que exploram sentimentos de saudade, desejo ou arrependimento.
Vida digital
A forma 'olhassem' é utilizada em conversas online, fóruns e redes sociais, mantendo sua função gramatical. Não há registros de viralizações ou memes específicos associados diretamente a esta forma verbal, mas ela compõe a linguagem digital cotidiana.
Comparações culturais
Inglês: 'they looked' (pretérito simples, com contexto indicando subjuntivo imperfeito) ou 'if they were looking'/'if they looked' (subjuntivo). Espanhol: 'mirasen' ou 'miraran' (pretérito imperfecto de subjuntivo). Francês: 'ils regardassent' (subjonctif imparfait). Italiano: 'guardassero' (congiuntivo imperfetto).
Relevância atual
A forma 'olhassem' continua sendo uma parte essencial da gramática portuguesa, utilizada em todos os registros linguísticos, do formal ao informal, para expressar ações hipotéticas ou desejadas no passado. Sua presença é constante em textos escritos e na fala.
Origem Latina e Formação do Português
Século XII-XIII — Deriva do verbo latino 'oculāre' (olhar, ver), que por sua vez vem de 'oculus' (olho). A forma 'olhassem' surge como a 3ª pessoa do plural do pretérito imperfeito do subjuntivo, indicando uma ação hipotética ou desejada no passado.
Evolução no Português Antigo e Clássico
Séculos XV-XVIII — A forma 'olhassem' já estava consolidada na língua portuguesa, aparecendo em textos literários e administrativos. Seu uso era fundamental para expressar desejos, condições ou incertezas em narrativas e documentos.
Uso no Português Brasileiro Moderno
Século XIX - Atualidade — A palavra 'olhassem' mantém sua função gramatical e semântica no português brasileiro. É uma forma verbal comum em contextos formais e informais, presente em literatura, conversas cotidianas e na mídia.
Do latim 'oculāre', derivado de 'oculus' (olho).