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organoléptico

Do grego 'organon' (instrumento, órgão) + latim 'lapsus' (queda, deslize, no sentido de percepção) ou 'opticus' (relativo à visão).

Origem

Século XIX

Do grego 'organon' (órgão) e 'leptos' (delicado, sutil). A junção dos termos remete à capacidade de percepção sutil pelos órgãos sensoriais.

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

Inicialmente restrito a descrições técnicas de propriedades físicas e químicas que afetam os sentidos, como sabor, aroma e textura.

Meados do Século XX - Atualidade

Expansão para descrever a qualidade intrínseca de produtos e experiências que são percebidas pelos sentidos, indo além da mera descrição técnica para abranger apreciação e avaliação.

O termo 'organoléptico' passou a ser utilizado não apenas para caracterizar, mas também para avaliar a qualidade de alimentos, bebidas, cosméticos e até mesmo ambientes, focando na experiência sensorial do consumidor ou observador.

Primeiro registro

Final do século XIX

Registros em publicações científicas e técnicas da época, especialmente em áreas como química e agronomia, para descrever propriedades de substâncias.

Momentos culturais

Século XX

Popularização em manuais de degustação de vinhos e outras bebidas, onde a avaliação organoléptica se torna um critério fundamental.

Anos 2000 - Atualidade

Crescente uso em programas de culinária e reality shows de gastronomia, onde a análise organoléptica de pratos é frequentemente discutida.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'organoleptic' (usado de forma similar em contextos científicos e técnicos). Espanhol: 'organoléptico' (termo idêntico e com uso análogo). Francês: 'organoleptique' (termo equivalente, comum em gastronomia e perfumaria).

Relevância atual

Atualidade

O termo 'organoléptico' mantém sua relevância em campos especializados como ciência de alimentos, análise sensorial e controle de qualidade. Sua aplicação se estende a discussões sobre a experiência do consumidor e a valorização de atributos sensoriais em produtos e serviços.

Origem Etimológica

Século XIX - Formada a partir do grego 'organon' (órgão) e 'leptos' (delicado, sutil), referindo-se à percepção pelos órgãos dos sentidos.

Entrada na Língua Portuguesa

Final do século XIX/Início do século XX - A palavra entra no vocabulário técnico, especialmente em áreas como gastronomia, perfumaria e química, para descrever qualidades sensoriais.

Uso Contemporâneo

Atualidade - Termo consolidado em contextos profissionais e acadêmicos, mas com potencial de uso mais amplo para descrever experiências sensoriais em geral.

organoléptico

Do grego 'organon' (instrumento, órgão) + latim 'lapsus' (queda, deslize, no sentido de percepção) ou 'opticus' (relativo à visão).

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