pejada
Origem incerta, possivelmente relacionada ao latim 'peta' (barriga).
Origem
Deriva de *peditare, possivelmente ligado a 'pés' ou 'pisar', indicando a posição de parto ou o estado de quem está prestes a parir.
Mudanças de sentido
Principalmente 'grávida', 'prenhe', ou em estado de dar à luz.
O sentido original se mantém, mas o uso da palavra diminui drasticamente em favor de termos mais comuns como 'grávida' ou 'gestante'.
A palavra 'pejada' é classificada como formal/dicionarizada, indicando um registro linguístico que se distancia do uso coloquial e cotidiano. Sua raridade no português brasileiro atual a torna mais associada a contextos literários ou históricos.
Primeiro registro
Registros em textos medievais da língua portuguesa, atestando seu uso para descrever o estado de gravidez.
Momentos culturais
Presente em obras literárias e textos que retratam a vida e costumes da época, onde o termo era mais corrente.
Comparações culturais
Inglês: 'Pregnant' (comum e direto). Espanhol: 'Preñada' (similar em origem e uso, mas também com tendência a ser substituída por 'embarazada' em alguns contextos). Italiano: 'Incinta' ou ' gravida'. Francês: 'Enceinte' ou 'gravide'.
Relevância atual
A palavra 'pejada' possui baixa relevância no uso cotidiano do português brasileiro. É um termo arcaico, encontrado principalmente em estudos linguísticos, dicionários de etimologia ou em contextos literários que buscam evocar um estilo de época. Sua raridade a torna um marcador de formalidade ou antiguidade.
Origem Etimológica
Deriva do latim vulgar *peditare, possivelmente relacionado a 'pés' ou 'pisar', com sentido de estar com os pés para o ar, em posição de parto. A forma latina clássica para 'grávida' era 'gravida'.
Entrada no Português
A palavra 'pejada' surge no português arcaico, mantendo o sentido de 'grávida' ou 'em trabalho de parto'. Sua presença é atestada em textos medievais.
Uso Moderno e Contemporâneo
O termo 'pejada' é considerado arcaico e formal, encontrado em dicionários e textos literários mais antigos. Seu uso no português brasileiro contemporâneo é raro, sendo substituído por 'grávida' ou 'gestante'.
Origem incerta, possivelmente relacionada ao latim 'peta' (barriga).