peluda
Derivado de 'pelo' com o sufixo adjetival '-uda'.
Origem
Deriva do latim 'pilus', que significa 'pelo'. O sufixo '-uda' é intensificador, indicando 'com muitos pelos'.
Mudanças de sentido
Originalmente e primariamente, refere-se a algo coberto de pelos em abundância (ex: um animal peludo).
Desenvolveu um sentido figurado para descrever algo que causa arrepios, medo, ou que é desafiador/difícil. Ex: 'Uma situação peluda'.
É reconhecida como uma palavra formal e dicionarizada no português brasileiro, com ambos os sentidos (literal e figurado) aceitos.
O contexto RAG identifica 'peluda' como uma 'Palavra formal/dicionarizada', indicando sua aceitação e registro nos léxicos da língua.
Comparações culturais
Inglês: 'Hairy' (literal) e 'tricky'/'tough' (figurado). Espanhol: 'Peludo/a' (literal) e 'difícil'/'complicado' (figurado, menos comum que em português).
Relevância atual
A palavra 'peluda' mantém sua dualidade de uso no português brasileiro contemporâneo, sendo empregada tanto em seu sentido literal quanto no figurado para descrever situações desafiadoras ou que causam apreensão.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Deriva do latim 'pilus' (pelo), com o sufixo '-uda' indicando abundância. A palavra 'peludo/peluda' surge como um adjetivo descritivo para algo coberto de pelos.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média - Século XIX - Predominantemente usada de forma literal para descrever animais, plantas ou partes do corpo com muitos pelos. O uso figurado para descrever algo assustador ou arrepiante começa a se consolidar.
Uso Contemporâneo e Ressignificações
Século XX - Atualidade - Mantém o sentido literal, mas o uso figurado para 'arrepiante', 'assustador' ou 'difícil' se populariza. A palavra 'peluda' é identificada como uma palavra formal/dicionarizada no português brasileiro.
Derivado de 'pelo' com o sufixo adjetival '-uda'.