poldra
Do latim vulgar *pullitra, derivado de pullus, -i 'filhote de animal'.
Origem
Deriva do latim 'pullus', que significa filhote de animal, com o acréscimo do sufixo '-tra', comum para designar fêmeas jovens de equinos.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra permaneceu estável, sempre se referindo à fêmea jovem do cavalo (potro). Não há registros de ressignificações significativas.
A palavra 'poldra' é um termo técnico e específico, sem a carga semântica ou o uso figurado que outras palavras relacionadas a animais podem adquirir.
Primeiro registro
Registros em textos medievais sobre criação de cavalos e zootecnia, embora a data exata e o documento específico não sejam detalhados no contexto fornecido.
Momentos culturais
Presente em tratados de equinocultura e literatura rural, onde a distinção entre potros e poldras era relevante para a criação e manejo.
Comparações culturais
Inglês: 'filly' (fêmea jovem de cavalo). Espanhol: 'potra' (fêmea jovem de cavalo). O termo 'poldra' em português é um cognato direto do espanhol 'potra' e tem um equivalente funcional no inglês 'filly'.
Relevância atual
A palavra 'poldra' mantém sua relevância no nicho da equinocultura e veterinária. É um termo formal e dicionarizado, encontrado em glossários técnicos e publicações especializadas. Seu uso fora desse contexto é raro, sendo 'potra' a forma mais comum no dia a dia.
Origem Etimológica
Origem no latim 'pullus' (filhote), com o sufixo diminutivo '-tra', indicando a fêmea jovem de um animal.
Entrada no Português
A palavra 'poldra' surge no português como um termo zootécnico para designar a fêmea do potro, mantendo a raiz latina.
Uso Contemporâneo
O termo 'poldra' é formal e dicionarizado, com uso restrito ao contexto zootécnico e de equinocultura. É menos comum que 'potra'.
Do latim vulgar *pullitra, derivado de pullus, -i 'filhote de animal'.