querela
Do latim 'querela', de 'queri' (queixar-se).
Origem
Do latim 'querela', com significados de queixa, lamento, acusação, disputa, litígio.
Mudanças de sentido
O sentido principal de disputa, litígio ou queixa formal se manteve ao longo dos séculos, com poucas ressignificações notáveis em contextos gerais.
Embora o sentido central permaneça, o uso da palavra 'querela' pode variar em intensidade, desde uma simples discordância até um conflito legal formal. Em contextos literários, pode evocar um tom mais dramático ou arcaico.
Primeiro registro
Registros em textos jurídicos e literários medievais em línguas românicas, incluindo o proto-português.
Momentos culturais
Presente em textos jurídicos e literários que descrevem disputas e conflitos.
Aparece em obras literárias contemporâneas e em discussões sobre direito e história.
Conflitos sociais
A palavra está intrinsecamente ligada a conflitos sociais, sejam eles disputas por terra, herança, honra ou litígios legais formais.
Vida emocional
Evoca sentimentos de antagonismo, disputa, litígio e, por vezes, de injustiça ou reivindicação.
Comparações culturais
Inglês: 'quarrel' (discussão, briga) ou 'plea'/'complaint' (em contexto legal). Espanhol: 'querella' (queixa formal, litígio) ou 'disputa'. Francês: 'querelle' (discussão, disputa).
Relevância atual
A palavra 'querela' é utilizada em contextos formais, especialmente no âmbito jurídico, para designar uma petição inicial ou uma disputa legal. Em linguagem comum, é menos frequente, mas pode ser usada para descrever uma discussão acalorada ou um litígio.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'querela', que significa queixa, lamento, acusação ou disputa.
Entrada no Português
A palavra 'querela' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de disputa ou litígio, especialmente em contextos legais e formais.
Uso Contemporâneo
Mantém o significado de discussão acalorada, litígio ou queixa formal, sendo uma palavra de registro mais formal ou literário.
Do latim 'querela', de 'queri' (queixar-se).