ratificara
Do latim 'ratus' (contado, resolvido) + 'facere' (fazer).
Origem
Deriva do latim 'ratus' (resolvido, fixado) + '-ficare' (fazer), significando 'tornar estabelecido' ou 'confirmar'.
Mudanças de sentido
O sentido de 'confirmar', 'validar', 'aprovar formalmente' permaneceu estável desde a origem latina até o uso contemporâneo em português.
Primeiro registro
Registros de 'ratificar' e suas conjugações, incluindo 'ratificara', podem ser encontrados em documentos legais e literários a partir do período medieval, com consolidação na língua portuguesa.
Momentos culturais
Presente em atas, leis e documentos oficiais que registravam decisões e acordos, como a ratificação de tratados ou leis.
Utilizado em textos literários que buscavam um registro formal ou histórico, e em documentos diplomáticos e jurídicos.
Comparações culturais
Inglês: 'had ratified' (pretérito mais-que-perfeito simples). Espanhol: 'había ratificado' (pretérito pluscuamperfecto de indicativo). Ambos os idiomas possuem tempos verbais equivalentes para expressar a mesma noção de ação passada anterior a outra ação passada, com o uso formal sendo predominante em contextos semelhantes.
Relevância atual
A forma 'ratificara' é um marcador de formalidade e precisão gramatical. Seu uso é mais comum em textos jurídicos, acadêmicos e históricos, onde a clareza e a aderência à norma culta são essenciais. Na comunicação cotidiana, é raramente utilizada, sendo substituída por formas mais simples ou compostas.
Origem Etimológica
A palavra 'ratificar' tem origem no latim 'ratus', que significa 'resolvido', 'fixado', 'estabelecido', e o sufixo '-ficare', que indica 'fazer'. Assim, 'ratificar' significa literalmente 'fazer ser resolvido' ou 'tornar estabelecido'. A forma verbal 'ratificara' é o pretérito mais-que-perfeito simples do indicativo, indicando uma ação concluída antes de outra ação passada.
Entrada e Consolidação no Português
O verbo 'ratificar' e suas conjugações, como 'ratificara', foram incorporados ao português através do latim, provavelmente com a influência do latim vulgar e a formalização da língua. O uso de tempos verbais como o mais-que-perfeito simples é característico da norma culta e de registros formais, sendo comum em documentos legais, históricos e literários.
Uso Contemporâneo
A forma 'ratificara' é um tempo verbal formal e pouco comum na fala cotidiana do português brasileiro. Seu uso é restrito a contextos que exigem precisão gramatical e formalidade, como textos jurídicos, acadêmicos, históricos e literários de estilo mais elaborado. Na linguagem informal, tempos compostos ou outras construções são preferidos.
Do latim 'ratus' (contado, resolvido) + 'facere' (fazer).