Palavras

repicar

Origem incerta, possivelmente onomatopeica.

Origem

Período pré-colonial

Origem incerta, possivelmente onomatopaica, imitando o som de sinos ou batidas. Pode ter relação com o latim 're-' (intensidade) e 'picare' (bater, picar).

Mudanças de sentido

Séculos XVI-XVII

Entrada no Brasil com o sentido de bater repetidamente, especialmente sinos.

Séculos XVII-XIX

Desenvolveu usos figurados para descrever sons agudos e insistentes, além do uso literal com sinos e tambores.

Atualidade

Mantém o sentido literal (sinos, chuva forte) e figurado (voz, choro), sendo uma palavra formal e dicionarizada.

O sentido de 'repicar' como som agudo e insistente é amplamente utilizado em descrições literárias e cotidianas, como 'o telefone repicava sem parar' ou 'a chuva repicava no telhado'.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em textos da época colonial, com o sentido de soar sinos.

Momentos culturais

Período Colonial

Associado ao toque dos sinos das igrejas, marcando o tempo e eventos religiosos.

Século XIX

Presente na literatura para descrever sons de festas, alertas ou a natureza.

Século XX

Utilizado em canções populares para evocar imagens sonoras, como o repicar de chuva ou de tambores.

Representações

Novelas e Filmes

Frequentemente usado em diálogos para descrever sons de telefones, campainhas, chuva intensa ou sinos, criando atmosfera.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'to chime', 'to peal' (para sinos), 'to patter' (para chuva). Espanhol: 'repicar' (mesma origem e uso), 'sonar', 'tañer' (para sinos). O uso é bastante similar entre as línguas ibéricas devido à origem compartilhada.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'repicar' mantém sua relevância no vocabulário português brasileiro, sendo utilizada tanto em seu sentido literal para descrever sons específicos quanto em um sentido figurado para evocar intensidade e repetição sonora. Sua presença em textos literários, musicais e no cotidiano demonstra sua vitalidade.

Origem Etimológica

Origem incerta, possivelmente onomatopaica, imitando o som de sinos ou batidas. Pode ter relação com o latim 're-' (intensidade) e 'picare' (bater, picar).

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'repicar' já existia em português arcaico, com o sentido de bater repetidamente, especialmente sinos. Sua chegada ao Brasil se deu com a colonização.

Evolução de Sentido no Brasil

Manteve o sentido de bater repetidamente, aplicado a sinos, tambores e outros instrumentos de percussão. Desenvolveu usos figurados para descrever sons agudos e insistentes.

Uso Contemporâneo

Mantém o sentido literal de soar repetidamente (sinos, chuva forte) e o sentido figurado de sons agudos e insistentes (voz, choro). É uma palavra formal e dicionarizada.

repicar

Origem incerta, possivelmente onomatopeica.

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