requiem
Do latim 'requiem', acusativo de 'requies', que significa 'descanso', 'repouso'.
Origem
Do latim 'requiem', acusativo de 'requies' (descanso, repouso). É a primeira palavra da oração fúnebre católica 'Requiem aeternam dona eis, Domine'.
Mudanças de sentido
Sentido estritamente religioso: missa ou oração pelos mortos.
Ampliação para peças musicais, poemas ou atos de memória póstuma, mesmo fora do contexto litúrgico.
A popularização de obras como o 'Requiem' de Mozart contribuiu significativamente para a expansão do uso do termo para além da esfera estritamente religiosa, tornando-o sinônimo de música fúnebre ou de peças artísticas em memória de alguém.
Mantém o sentido de homenagem póstuma e gênero musical, com forte conotação formal e artística.
Primeiro registro
Registros em textos eclesiásticos e litúrgicos em latim, com posterior incorporação ao vocabulário português.
Momentos culturais
Composição do 'Requiem' de Wolfgang Amadeus Mozart, obra icônica que solidificou o termo como um gênero musical.
Uso recorrente em obras literárias e musicais que abordam temas de morte, luto e memória.
O termo é frequentemente associado a eventos memoriais, concertos beneficentes e produções artísticas que buscam evocar solenidade e reflexão sobre a vida e a morte.
Comparações culturais
Inglês: 'Requiem' é usado com o mesmo sentido, derivado do latim, para missas e peças musicais fúnebres. Espanhol: 'Réquiem' (com acento) é o termo equivalente, também de origem latina e com o mesmo significado litúrgico e musical. Francês: 'Requiem' (semelhante ao português e inglês) é usado para a missa e a peça musical. Alemão: 'Requiem' é o termo utilizado, com a mesma origem e significado.
Relevância atual
'Requiem' mantém sua relevância como um termo formal e culturalmente significativo, associado à música clássica, à liturgia e a atos de memória. Sua presença em obras contemporâneas reforça seu status como um vocábulo com peso histórico e emocional.
Origem Etimológica
Século XIV — do latim 'requiem', acusativo de 'requies' (descanso, repouso), que é o início da oração fúnebre católica 'Requiem aeternam dona eis, Domine' (Concedei-lhes, Senhor, o descanso eterno).
Entrada na Língua Portuguesa
Séculos XV-XVI — A palavra entra no português através do latim eclesiástico, mantendo seu sentido religioso original, associado à missa e à oração pelos mortos. O uso era restrito a contextos religiosos e litúrgicos.
Evolução de Sentido
Séculos XIX-XX — O termo começa a ser usado em um sentido mais amplo e figurado, referindo-se a qualquer peça musical, poema ou ato que homenageie ou recorde os mortos, mesmo fora do contexto estritamente religioso. A música 'Requiem' de Mozart é um marco cultural que populariza o termo.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Requiem' é amplamente reconhecido como um gênero musical e uma forma de homenagem póstuma. Mantém seu peso formal e cultural, sendo utilizado em contextos artísticos, literários e em memoriais.
Do latim 'requiem', acusativo de 'requies', que significa 'descanso', 'repouso'.