Palavras

requiem

Do latim 'requiem', acusativo de 'requies', que significa 'descanso', 'repouso'.

Origem

Século XIV

Do latim 'requiem', acusativo de 'requies' (descanso, repouso). É a primeira palavra da oração fúnebre católica 'Requiem aeternam dona eis, Domine'.

Mudanças de sentido

Século XIV-XVIII

Sentido estritamente religioso: missa ou oração pelos mortos.

Século XIX-XX

Ampliação para peças musicais, poemas ou atos de memória póstuma, mesmo fora do contexto litúrgico.

A popularização de obras como o 'Requiem' de Mozart contribuiu significativamente para a expansão do uso do termo para além da esfera estritamente religiosa, tornando-o sinônimo de música fúnebre ou de peças artísticas em memória de alguém.

Atualidade

Mantém o sentido de homenagem póstuma e gênero musical, com forte conotação formal e artística.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em textos eclesiásticos e litúrgicos em latim, com posterior incorporação ao vocabulário português.

Momentos culturais

Século XVIII

Composição do 'Requiem' de Wolfgang Amadeus Mozart, obra icônica que solidificou o termo como um gênero musical.

Século XX

Uso recorrente em obras literárias e musicais que abordam temas de morte, luto e memória.

Atualidade

O termo é frequentemente associado a eventos memoriais, concertos beneficentes e produções artísticas que buscam evocar solenidade e reflexão sobre a vida e a morte.

Comparações culturais

Geral

Inglês: 'Requiem' é usado com o mesmo sentido, derivado do latim, para missas e peças musicais fúnebres. Espanhol: 'Réquiem' (com acento) é o termo equivalente, também de origem latina e com o mesmo significado litúrgico e musical. Francês: 'Requiem' (semelhante ao português e inglês) é usado para a missa e a peça musical. Alemão: 'Requiem' é o termo utilizado, com a mesma origem e significado.

Relevância atual

Atualidade

'Requiem' mantém sua relevância como um termo formal e culturalmente significativo, associado à música clássica, à liturgia e a atos de memória. Sua presença em obras contemporâneas reforça seu status como um vocábulo com peso histórico e emocional.

Origem Etimológica

Século XIV — do latim 'requiem', acusativo de 'requies' (descanso, repouso), que é o início da oração fúnebre católica 'Requiem aeternam dona eis, Domine' (Concedei-lhes, Senhor, o descanso eterno).

Entrada na Língua Portuguesa

Séculos XV-XVI — A palavra entra no português através do latim eclesiástico, mantendo seu sentido religioso original, associado à missa e à oração pelos mortos. O uso era restrito a contextos religiosos e litúrgicos.

Evolução de Sentido

Séculos XIX-XX — O termo começa a ser usado em um sentido mais amplo e figurado, referindo-se a qualquer peça musical, poema ou ato que homenageie ou recorde os mortos, mesmo fora do contexto estritamente religioso. A música 'Requiem' de Mozart é um marco cultural que populariza o termo.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Requiem' é amplamente reconhecido como um gênero musical e uma forma de homenagem póstuma. Mantém seu peso formal e cultural, sendo utilizado em contextos artísticos, literários e em memoriais.

requiem

Do latim 'requiem', acusativo de 'requies', que significa 'descanso', 'repouso'.

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