Palavras

rogo

Do latim rogare, 'pedir, solicitar'.

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do verbo latino 'rogare', com significados de pedir, suplicar, interrogar, questionar.

Mudanças de sentido

Latim

Pedir, suplicar, interrogar.

Português Antigo e Medieval

Mantém o sentido de pedir formalmente, suplicar, orar. Presente em textos religiosos e jurídicos.

Português Brasileiro Contemporâneo

Uso restrito a contextos formais, literários, religiosos e jurídicos. Menos comum na fala cotidiana.

A forma 'rogo' é a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo rogar. Em contextos informais, é comum o uso de 'peço' ou 'suplico', que transmitem a ideia de pedir de forma mais direta e menos formal.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em textos religiosos e jurídicos medievais em português.

Momentos culturais

Período Colonial e Imperial

Presente em orações, sermões e documentos oficiais, refletindo a formalidade da época.

Literatura Brasileira

Utilizado por autores clássicos e modernos em obras que buscam um tom elevado ou arcaizante.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: O equivalente mais próximo em formalidade seria 'I implore' ou 'I beseech', embora 'I ask' seja mais comum. Espanhol: 'Ruego' (primeira pessoa do singular do presente do indicativo de rogar) mantém um uso similar, sendo formal e comum em súplicas e pedidos solenes. Francês: 'Je supplie' ou 'Je prie' (no sentido de suplicar) são equivalentes formais. Italiano: 'Io prego' ou 'Io supplico'.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'rogo' é um marcador de formalidade e polidez na língua portuguesa brasileira. Seu uso é consciente e intencional, empregado em contextos onde a solenidade ou o respeito são primordiais. Em contrapartida, a linguagem coloquial e digital prefere termos mais diretos e informais, tornando 'rogo' uma escolha estilística específica.

Origem Latina e Entrada no Português

Origem no latim 'rogare', que significa pedir, suplicar, interrogar. A forma 'rogo' é a primeira pessoa do singular do presente do indicativo, indicando uma ação de pedir ou suplicar feita pelo próprio falante. Essa raiz latina é comum em diversas línguas românicas.

Uso Medieval e Moderno

Durante a Idade Média e períodos posteriores, 'rogo' manteve seu sentido de súplica, pedido formal ou oração. Era comum em contextos religiosos e em correspondências formais.

Uso Contemporâneo

No português brasileiro contemporâneo, 'rogo' é uma palavra formal, encontrada em textos literários, religiosos, jurídicos e em situações que exigem polidez e formalidade. Seu uso é menos frequente na linguagem coloquial, sendo substituído por 'peço' ou 'suplico' em contextos informais.

rogo

Do latim rogare, 'pedir, solicitar'.

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