roncar
Origem controversa, possivelmente onomatopaica. (Dicionário Houaiss)
Origem
Do latim 'roncare', possivelmente de origem onomatopeica, imitando o som grave e contínuo.
Mudanças de sentido
Principalmente o som grave e contínuo produzido durante o sono. Usado em descrições literárias e cotidianas.
Mantém o sentido original, mas expande-se para descrever sons graves e contínuos de máquinas e equipamentos. Ex: 'o motor ronca'.
Primeiro registro
Registros em textos medievais em latim vulgar e nos primórdios da língua portuguesa.
Momentos culturais
Presença em canções populares e literatura, frequentemente associada ao descanso, mas também a incômodos noturnos.
Representações
Comum em filmes, séries e novelas para caracterizar personagens dormindo, muitas vezes de forma cômica ou para indicar um sono profundo.
Comparações culturais
Inglês: 'to snore'. Espanhol: 'roncar'. Ambos os idiomas possuem termos com a mesma origem onomatopeica e sentido primário para o som do sono.
Relevância atual
Palavra de uso corrente e formal, com seu significado primário bem estabelecido. O uso figurado para sons de máquinas também é comum e compreendido.
Origem e Primeiros Usos
Século XIII - Derivado do latim 'roncare', com origem possivelmente onomatopeica, imitando o som grave e contínuo. Usado para descrever o som de animais e, posteriormente, de pessoas dormindo.
Evolução do Sentido
Idade Média ao Século XIX - O sentido principal de produzir som grave durante o sono se mantém. A palavra é usada em contextos literários e cotidianos para descrever o sono agitado ou ruidoso.
Uso Contemporâneo
Século XX à Atualidade - O sentido primário persiste, mas a palavra ganha usos figurados para descrever ruídos mecânicos ou sons graves e contínuos de máquinas. É uma palavra formal e dicionarizada, presente no vocabulário padrão.
Origem controversa, possivelmente onomatopaica. (Dicionário Houaiss)