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tola

Origem incerta, possivelmente relacionada ao latim 'tullus' (tolo).

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'tolus', possivelmente relacionado a 'stultus' (estúpido, tolo) ou 'tollere' (levantar, exaltar, mas também remover, tirar o juízo). A forma feminina 'tola' surge para qualificar substantivos femininos.

Mudanças de sentido

Séculos Medievais - Renascimento

Mantém o sentido de 'boba', 'ingênua', 'sem inteligência' ou 'desprovida de bom senso'.

Séculos XVII - XIX

Ganhou nuances de simplicidade excessiva, ingenuidade beirando a estupidez, ou bondade desprovida de malícia vista como falta de esperteza.

Em alguns contextos, podia ser usada de forma mais branda, quase carinhosa, para descrever alguém excessivamente confiante ou ingênuo, sem a carga pejorativa mais forte. No entanto, o sentido primário de 'estúpido' ou 'bobo' sempre prevaleceu.

Atualidade

Adjetivo formalmente dicionarizado com o significado de 'boba', 'estúpida', 'sem juízo' ou 'ingênua'.

Primeiro registro

Séculos Medievais

Registros em textos antigos da língua portuguesa, indicando uso consolidado.

Momentos culturais

Renascimento - Século XIX

Presença frequente em obras literárias, como contos, fábulas e peças de teatro, para caracterizar personagens femininas com traços de ingenuidade ou falta de astúcia.

Vida emocional

Desde a Origem

Associada a sentimentos de desdém, pena, ou, em contextos mais brandos, a uma certa ternura pela ingenuidade alheia. Carrega um peso pejorativo significativo quando usada como crítica direta.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'foolish' (feminino 'foolish woman' ou 'silly'). Espanhol: 'tonta' (feminino de 'tonto'). Francês: 'sotte' ou 'idiote'. Italiano: 'sciocca' ou 'stupida'.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'tola' mantém sua relevância como um termo descritivo, embora seu uso possa ser considerado um tanto arcaico em certos círculos urbanos, sendo substituído por sinônimos mais modernos ou gírias. No entanto, permanece compreendida e utilizada em contextos formais e informais no Brasil.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'tolus', possivelmente relacionado a 'stultus' (estúpido, tolo) ou 'tollere' (levantar, exaltar, mas também remover, tirar o juízo). A forma feminina 'tola' surge para qualificar substantivos femininos.

Entrada e Uso Inicial no Português

A palavra 'tola' é registrada em textos antigos da língua portuguesa, mantendo o sentido de 'boba', 'ingênua', 'sem inteligência' ou 'desprovida de bom senso'. Seu uso é comum em contextos literários e cotidianos.

Evolução e Nuances de Sentido

Ao longo dos séculos, 'tola' manteve seu núcleo semântico de falta de inteligência ou discernimento, mas ganhou nuances de simplicidade excessiva, ingenuidade beirando a estupidez, ou até mesmo uma bondade desprovida de malícia que pode ser vista como falta de esperteza.

Uso Contemporâneo no Brasil

No português brasileiro, 'tola' é um adjetivo feminino formalmente dicionarizado, com o significado de 'boba', 'estúpida', 'sem juízo' ou 'ingênua'. É utilizada em diversas situações, desde críticas diretas até comentários mais leves sobre comportamentos considerados pouco inteligentes ou perspicazes.

tola

Origem incerta, possivelmente relacionada ao latim 'tullus' (tolo).

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