transferibilidade
Derivado de 'transferir' + sufixo '-bilidade'.
Origem
Formada a partir do latim 'transferre' (transportar, levar adiante), com os sufixos '-bilis' (suscetível de) e '-dade' (qualidade).
Mudanças de sentido
Predominantemente técnica e jurídica, ligada à cessão de direitos, bens ou obrigações.
Expansão para contextos tecnológicos e educacionais, mantendo o sentido de capacidade de ser movido ou cedido.
Em tecnologia, refere-se à facilidade com que dados ou funcionalidades podem ser migrados entre sistemas. Na educação, aplica-se a créditos e diplomas. A definição central 'Qualidade ou condição de ser transferível; a capacidade de ser transferido' permanece, mas o escopo de aplicação se ampliou.
Primeiro registro
Registros em documentos legais e acadêmicos da época, indicando uso em discussões sobre propriedade e contratos.
Momentos culturais
Discussões sobre a transferibilidade de patentes e direitos autorais em debates sobre propriedade intelectual.
Debates sobre a transferibilidade de créditos universitários e a portabilidade de dados pessoais em meio à ascensão da economia digital.
Comparações culturais
Inglês: 'transferability' - termo técnico com uso similar em direito, negócios e tecnologia. Espanhol: 'transferibilidad' - equivalente direto, usado em contextos jurídicos e econômicos. Francês: 'transférabilité' - também com uso técnico em áreas como direito e finanças.
Relevância atual
A palavra é fundamental em discussões sobre interoperabilidade de sistemas, direitos de propriedade intelectual, mobilidade acadêmica e a gestão de ativos digitais e físicos. Sua precisão técnica a mantém relevante em campos especializados.
Origem Etimológica
Século XV - Deriva do latim 'transferre' (levar adiante, transportar), com o sufixo '-bilis' (suscetível de) e '-dade' (qualidade). A palavra 'transferir' já existia em português, mas a formação do substantivo abstrato 'transferibilidade' é mais tardia, consolidando-se com o desenvolvimento de conceitos técnicos e jurídicos.
Entrada e Uso Formal na Língua
Séculos XIX e XX - A palavra 'transferibilidade' ganha proeminência em contextos jurídicos, econômicos e administrativos, referindo-se à capacidade de algo (direitos, bens, responsabilidades) ser passado de uma entidade para outra. Seu uso é predominantemente formal e técnico.
Uso Contemporâneo
Século XXI - 'Transferibilidade' mantém seu uso técnico em áreas como direito, finanças e gestão, mas também se expande para discussões sobre tecnologia (transferibilidade de dados, de licenças de software) e mobilidade (transferibilidade de créditos educacionais). A definição 'Qualidade ou condição de ser transferível; a capacidade de ser transferido' é amplamente aceita.
Derivado de 'transferir' + sufixo '-bilidade'.