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trova

Origem incerta, possivelmente do latim 'tortus' (torcido) ou do grego 'tropos' (volta, modo).

Origem

Idade Média

Origem incerta, possivelmente do latim 'tortus' (torcido, curvo) ou do grego 'tropos' (volta, mudança), com influências do latim vulgar 'troppus' (tropeço, queda).

Mudanças de sentido

Idade Média

Referência a composições poéticas curtas, populares e rimadas, por vezes satíricas.

Séculos XIX-XX

Consolidação como forma poética específica, com definição de poema lírico curto de quatro versos.

Atualidade

Mantém o sentido literário formal, mas pode ser usada para canção, melodia ou dito popular em contextos específicos.

A palavra 'trova' é formal/dicionarizada, indicando seu uso estabelecido na norma culta da língua portuguesa.

Primeiro registro

Séculos XIII-XIV

Registros em textos medievais em galego-português, associados à poesia lírica popular.

Momentos culturais

Século XIX

Popularização da trova como forma poética em concursos e saraus literários no Brasil e em Portugal.

Século XX

Presença em antologias de poesia e estudos literários, solidificando seu lugar na tradição poética lusófona.

Comparações culturais

Inglês: A forma poética 'trova' não tem um equivalente direto e amplamente reconhecido, mas pode ser comparada a formas curtas como 'quatrain' ou 'limerick' em termos de brevidade, embora com propósitos e estilos distintos. Espanhol: 'Trova' é um termo mais comum e com maior amplitude semântica, referindo-se não apenas à poesia curta, mas também a um estilo de canto popular, especialmente em Cuba, com forte improvisação. Francês: A forma poética curta pode ser associada a 'chanson' (canção) ou 'quatrain', mas 'trova' como termo específico para um gênero poético não é proeminente.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'trova' mantém sua relevância no âmbito literário acadêmico e em círculos de poetas. Em contextos mais populares, pode ser usada de forma mais genérica para se referir a uma pequena composição poética ou a uma melodia. Sua presença é formal/dicionarizada, indicando um uso estabelecido na língua.

Origem Etimológica

Origem incerta, possivelmente do latim 'tortus' (torcido, curvo) ou do grego 'tropos' (volta, mudança), com influências do latim vulgar 'troppus' (tropeço, queda). A palavra 'trova' como poesia lírica curta tem paralelos em outras línguas românicas.

Entrada no Português

A palavra 'trova' entra na língua portuguesa possivelmente através do galego-português medieval, associada à poesia popular e cantigas. Inicialmente, referia-se a um tipo de composição poética curta e rimada, muitas vezes de caráter popular ou satírico.

Consolidação Literária

A trova ganha destaque na literatura de língua portuguesa, especialmente em Portugal e, posteriormente, no Brasil, como uma forma poética específica, frequentemente associada a desafios poéticos e a um estilo mais conciso e lírico. A definição de 'poema lírico curto, geralmente de quatro versos' se consolida.

Uso Contemporâneo

A palavra 'trova' é reconhecida como um termo literário formal, referindo-se a um poema curto. Também pode ser usada de forma mais ampla para descrever uma canção ou melodia, ou em contextos regionais para se referir a uma história curta ou um dito popular. A palavra é formal/dicionarizada.

trova

Origem incerta, possivelmente do latim 'tortus' (torcido) ou do grego 'tropos' (volta, modo).

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