dar-o-beneficio-da-duvida
Significado de dar-o-beneficio-da-duvida
Permitir que alguém seja considerado inocente ou que suas intenções sejam boas, mesmo que haja motivos para desconfiar.
Significados de dar-o-beneficio-da-duvida
locução verbal
Conceder o benefício da dúvida a alguém, presumindo sua boa-fé ou inocência até que se prove o contrário.
"Mesmo com as evidências, o juiz decidiu dar o benefício da dúvida ao réu."
Antônimos:
Nota: Expressão comum em contextos legais, mas também utilizada em situações cotidianas para indicar uma atitude de não julgamento imediato.
💡 A locução é amplamente compreendida e utilizada em todo o território brasileiro.
Origem da palavra dar-o-beneficio-da-duvida
Linha do tempo de dar-o-beneficio-da-duvida
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Conceitual e Jurídica
Século XVII - O conceito de 'dar o benefício da dúvida' surge em contextos jurídicos e religiosos, derivado do princípio da presunção de inocência e da caridade cristã. A expressão em si, como locução verbal, começa a se consolidar.
Origem
A origem remonta a princípios jurídicos e teológicos. No direito, o princípio da presunção de inocência (in dubio pro reo) é um precursor conceitual. Na teologia cristã, a ideia de caridade e de não julgar apressadamente também contribui para a formação do conceito. A locução verbal 'dar o benefício da dúvida' se forma a partir dessas ideias, como uma forma de estender a presunção de inocência ou boa-fé para além dos tribunais.
Modernidade e Diversificação de Uso
Século XX - A locução se torna comum na imprensa, na literatura e na fala cotidiana. Começa a ser usada em contextos mais amplos, incluindo relações interpessoais, ambiente de trabalho e até mesmo em discussões políticas.
Era Digital e Ressignificação
Século XXI - A expressão mantém sua força e é amplamente utilizada nas redes sociais, em debates públicos e na mídia. Ganha nuances em discussões sobre justiça social, vieses inconscientes e a importância da empatia.
Permitir que alguém seja considerado inocente ou que suas intenções sejam boas, mesmo que haja motivos para desconfiar.