nao-alcancava

Significado de nao-alcancava

verbo

Não atingia; não conseguia alcançar.

Significados de nao-alcancava

  1. verbo

    Indica a impossibilidade ou a falta de sucesso em atingir algo ou alguém em um momento passado.

    "O ladrão não alcançava a janela para fugir."

    Nota: A forma 'não alcançava' é a conjugação padrão do verbo 'alcançar' no pretérito imperfeito do indicativo, 3ª pessoa do singular, precedida pelo advérbio de negação 'não'.

💡 A forma verbal 'não alcançava' é utilizada para descrever uma ação que não foi completada ou que era impossível de ser realizada no passado.

Origem da palavra nao-alcancava

Não (advérbio de negação) + alcançar (verbo).

Linha do tempo de nao-alcancava

Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.

Século XIIIOrigem

Origem Latina e Formação

Século XIII - O verbo 'alcançar' deriva do latim vulgar *accampare, possivelmente de *ad- (a) + *campare (comparar, igualar), com sentido de atingir, chegar a. A forma 'não alcançava' é a conjugação do pretérito imperfeito do indicativo do verbo 'alcançar' na terceira pessoa do singular, com a negação 'não'.

Origem

Século XIIIOrigem

Derivação do latim vulgar *accampare, com o prefixo de negação 'não' adicionado à forma verbal 'alcançava'.

Primeiro Registro

Século XIIIRegistro

Registros em textos medievais em galego-português, como crônicas e cantigas, onde a forma verbal com negação já era empregada para descrever ações pretéritas inacabadas ou impedidas. (Referência: Corpus de Textos Medievais em Português)

Século XX - AtualidadeHoje

Uso Contemporâneo no Português Brasileiro

Século XX e Atualidade - A forma 'não alcançava' mantém seu sentido literal de impossibilidade ou falta de atingimento no passado. É comum em narrativas, descrições de situações passadas e em contextos que contrastam o passado com o presente. Exemplo: 'Naquela época, a tecnologia não alcançava o nível de hoje.'

nao-alcancava

Não atingia; não conseguia alcançar.

PalavrasA história viva das palavras