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a-beira-da-ruina

Origem na expressão 'à beira de' (próximo a) combinada com 'ruína' (destruição, colapso).

Origem

Século XIX

Formada pela junção da preposição 'a' (indicando proximidade/limite), o substantivo 'beira' (margem, limite) e o substantivo 'ruína' (destruição, decadência). Reflete um cenário de instabilidade econômica e social.

Mudanças de sentido

Século XIX - Atualidade

Predominantemente ligada a colapso financeiro, falência ou destruição iminente.

Embora o sentido central de iminente colapso se mantenha, a expressão é aplicada a uma gama maior de situações, desde a falência de uma empresa até a crise de um relacionamento, a degradação ambiental ou a instabilidade política. A ideia de 'estar na margem' de um desastre é o cerne semântico.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em jornais e literatura da época indicam o uso da expressão em contextos de dificuldades financeiras e sociais. (Referência: corpus_literatura_brasileira_secXIX.txt)

Momentos culturais

Século XX

Frequentemente utilizada em crônicas e romances que retratam a vida urbana e as crises econômicas do Brasil. (Referência: corpus_literatura_brasileira_secXX.txt)

Atualidade

Presente em manchetes de notícias sobre crises econômicas, políticas e ambientais. (Referência: corpus_noticias_atuais.txt)

Vida digital

Atualidade

Alta frequência em buscas relacionadas a notícias econômicas, análises de mercado e debates políticos. (Referência: google_trends_data.txt)

Atualidade

Utilizada em memes e posts de redes sociais para comentar situações de crise pessoal ou coletiva de forma irônica ou dramática.

Representações

Século XX - Atualidade

Comum em novelas e filmes que abordam temas de falência, decadência familiar e crises financeiras. (Referência: corpus_roteiros_audiovisual.txt)

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'on the brink of ruin', 'on the verge of collapse'. Espanhol: 'al borde de la ruina', 'en vísperas de la ruina'. Francês: 'au bord de la ruine'.

Relevância atual

Atualidade

A expressão continua extremamente relevante para descrever cenários de instabilidade econômica, social e política, tanto em nível micro (empresas, indivíduos) quanto macro (países, ecossistemas). Sua força reside na imagem vívida de proximidade com o desastre.

Formação da Expressão

Século XIX - Início da consolidação da expressão 'à beira da ruína' a partir da junção da preposição 'a' (indicando proximidade ou limite), o substantivo 'beira' (margem, limite) e o substantivo 'ruína' (destruição, decadência). A expressão se forma em um contexto de urbanização e industrialização, onde a instabilidade econômica e social se tornava mais visível.

Consolidação e Uso

Século XX - A expressão se populariza na literatura, jornalismo e no discurso cotidiano para descrever situações de crise financeira, moral ou estrutural. Ganha força em narrativas sobre falências, colapsos de impérios ou decadência de famílias.

Uso Contemporâneo

Século XXI - A expressão mantém seu sentido original, mas é frequentemente aplicada a contextos mais amplos, incluindo a saúde mental, o meio ambiente e a política. Sua presença digital é notável em notícias, análises econômicas e discussões sobre crises globais.

a-beira-da-ruina

Origem na expressão 'à beira de' (próximo a) combinada com 'ruína' (destruição, colapso).

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