absenteeism

Do inglês 'absenteeism', derivado de 'absentee' (ausente) e o sufixo '-ism' (ismo).

Origem

Século XVII

Deriva do inglês 'absenteeism', que por sua vez vem de 'absentee' (aquele que está ausente) acrescido do sufixo '-ism' (indicador de estado, condição, prática). Não há uma raiz etimológica direta no português antigo ou latim para esta forma específica.

Mudanças de sentido

Início do Século XX

Foco na ausência física e não justificada de trabalhadores ou estudantes, com conotação negativa de negligência ou falta de compromisso.

Final do Século XX - Atualidade

Ampliação para incluir ausências justificadas (doenças, licenças) como um fenômeno a ser gerenciado e compreendido em termos de custos e impacto na produtividade. O termo 'absenteísmo' se torna mais técnico e menos moralizante.

A discussão moderna sobre absenteísmo abrange tanto a ausência não planejada quanto a planejada, analisando suas causas (estresse, burnout, problemas de saúde mental, questões familiares) e consequências para empresas e indivíduos. A palavra 'absenteeism' em inglês continua a ser referência em estudos internacionais.

Primeiro registro

Início do Século XX

Registros em publicações acadêmicas e jurídicas brasileiras sobre direito do trabalho e administração, frequentemente citando o termo em inglês ou usando a forma 'absenteísmo'.

Momentos culturais

Anos 1980-1990

Crescente debate sobre qualidade de vida no trabalho e os custos do absenteísmo para as empresas, impulsionado por estudos de gestão e recursos humanos.

Anos 2010 - Atualidade

Aumento da discussão sobre saúde mental no trabalho, burnout e suas ligações diretas com o absenteísmo, especialmente após a pandemia de COVID-19.

Conflitos sociais

Século XX

Tensão entre a necessidade de controle patronal sobre a força de trabalho e os direitos dos trabalhadores a licenças e afastamentos por motivos de saúde ou pessoais.

Atualidade

Debates sobre a flexibilização das leis trabalhistas e o impacto na gestão do absenteísmo, com visões distintas sobre a responsabilidade do empregador e do empregado.

Vida emocional

Início do Século XX

Associado a sentimentos de desconfiança, punição e controle por parte dos empregadores.

Final do Século XX - Atualidade

Passa a carregar um peso mais técnico e analítico, mas ainda pode evocar sentimentos de culpa, estresse e pressão tanto para quem se ausenta quanto para quem gerencia as ausências.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

Buscas por 'absenteísmo' e 'absenteeism' em português e inglês são comuns em plataformas acadêmicas, de notícias e de recursos humanos. Termos relacionados como 'burnout' e 'saúde mental no trabalho' frequentemente aparecem em conjunto.

Anos 2010 - Atualidade

Discussões em fóruns online, redes sociais e blogs sobre como lidar com o absenteísmo, dicas para reduzir faltas e o impacto do trabalho remoto.

Representações

Século XX - Atualidade

O tema do absenteísmo é frequentemente abordado em novelas, filmes e séries que retratam o ambiente corporativo, focando em personagens que se ausentam por motivos de saúde, estresse ou para lidar com problemas pessoais, muitas vezes como pano de fundo para dramas interpessoais.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Absenteeism' é o termo original e amplamente utilizado em estudos globais. Espanhol: 'Absentismo' é o equivalente direto e de uso comum. Francês: 'Absentéisme'. Alemão: 'Fehlzeiten' (tempos de falta) ou 'Abwesenheit' (ausência).

Relevância atual

Atualidade

O absenteísmo continua sendo um indicador crucial para a gestão de pessoas e a saúde organizacional. A pandemia de COVID-19 intensificou a discussão sobre as causas e o gerenciamento do absenteísmo, especialmente em relação à saúde mental e ao trabalho remoto, tornando o termo ainda mais relevante no contexto brasileiro e global.

Origem e Entrada no Português Brasileiro

Século XVII (Inglês) - 'Absenteeism' surge do inglês 'absentee' (aquele que está ausente) + '-ism' (sufixo que indica estado, condição ou prática). A palavra em português é um empréstimo direto ou adaptação semântica, sem um registro etimológico próprio no latim ou português antigo.

Uso Inicial no Brasil

Início do Século XX - A palavra 'absenteeism' ou sua tradução 'absenteísmo' começa a ser utilizada no Brasil, principalmente em contextos acadêmicos, jurídicos e de gestão, referindo-se à ausência de trabalhadores, estudantes ou funcionários. O termo em inglês era mais comum em publicações especializadas.

Popularização e Ressignificação

Final do Século XX - Atualidade - O termo 'absenteísmo' ganha maior visibilidade com a expansão das discussões sobre mercado de trabalho, saúde ocupacional e produtividade. A palavra 'absenteeism' em inglês é frequentemente usada em artigos e debates, mas 'absenteísmo' se consolida no português brasileiro.

absenteeism

Do inglês 'absenteeism', derivado de 'absentee' (ausente) e o sufixo '-ism' (ismo).

PalavrasConectando idiomas e culturas