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acabar-com-o-monopolio

Formado pela locução verbal 'acabar com' e o substantivo 'monopólio'.

Origem

Século XVI

A locução verbal 'acabar com' tem origem no latim 'acabare', que significa terminar, concluir. O substantivo 'monopólio' deriva do grego 'monopólion', composto por 'monos' (único) e 'pōléō' (vender), referindo-se à exclusividade de venda.

Mudanças de sentido

Século XVI - XIX

Sentido literal de extinguir um direito exclusivo de comércio ou exploração.

Anos 1990 - Atualidade

Expansão para o sentido figurado, aplicando-se a qualquer situação de controle ou exclusividade excessiva, incluindo o ambiente digital e relações interpessoais.

A expressão pode ser usada em contextos como 'acabar com o monopólio das grandes plataformas de streaming' ou 'acabar com o monopólio da opinião em um grupo de amigos'.

Primeiro registro

Século XVIII

Registros em documentos legais e econômicos da época colonial e imperial brasileira, discutindo privilégios comerciais e a necessidade de sua extinção. (Referência: corpus_documentos_historicos_economicos.txt)

Momentos culturais

Século XX

Frequentemente presente em debates políticos e econômicos que moldaram o Brasil, como discussões sobre a Petrobras e outras estatais. (Referência: corpus_debates_politicos_brasil.txt)

Anos 2010 - Atualidade

A expressão ressurge em discussões sobre o poder das Big Techs e a necessidade de regulação antitruste no ambiente digital.

Conflitos sociais

Século XX

Disputas entre defensores de mercados regulados e liberais, onde a ideia de 'acabar com o monopólio' era um ponto central de argumentação para a abertura econômica.

Atualidade

Debates sobre a concentração de poder em empresas de tecnologia e a busca por um ambiente digital mais democrático e competitivo.

Vida digital

Anos 2010 - Atualidade

A expressão é utilizada em artigos de opinião, posts de redes sociais e discussões em fóruns online sobre regulação de mercado, concorrência e o poder de empresas como Google, Facebook e Amazon.

Atualidade

Pode aparecer em memes ou hashtags relacionadas a movimentos anticapitalistas ou de defesa da concorrência justa.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'to break up a monopoly' ou 'to end a monopoly'. Espanhol: 'romper el monopolio' ou 'acabar con el monopolio'. Francês: 'mettre fin à un monopole'. Alemão: 'ein Monopol aufbrechen'.

Relevância atual

Atualidade

A expressão mantém sua relevância em discussões sobre economia, política e tecnologia, especialmente no contexto de mercados cada vez mais concentrados e da necessidade de garantir a livre concorrência e o acesso democrático a bens e serviços.

Formação e Consolidação

Século XVI - XIX: A expressão 'acabar com' surge com o sentido de pôr fim, extinguir. O termo 'monopólio', de origem grega (monos - único, polein - vender), entra no vocabulário português para designar o direito exclusivo de vender ou explorar algo. A junção das duas ideias para formar a locução verbal 'acabar com o monopólio' se consolida nesse período, especialmente em contextos econômicos e políticos.

Uso Político e Econômico

Século XX - Anos 1980: A expressão ganha força em debates sobre liberalização econômica, desestatização e combate a práticas anticompetitivas. É frequentemente utilizada em discursos de políticos e economistas visando a abertura de mercados e a democratização do acesso a bens e serviços.

Uso Contemporâneo e Ressignificações

Anos 1990 - Atualidade: A expressão mantém seu sentido original, mas também pode ser usada metaforicamente para se referir ao fim de qualquer tipo de controle ou exclusividade excessiva, seja em relações pessoais, culturais ou tecnológicas. Ganha espaço em discussões sobre a internet e o poder de grandes corporações digitais.

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Formado pela locução verbal 'acabar com' e o substantivo 'monopólio'.

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