acordava
Do latim 'acordare'.
Origem
Do latim 'acordare', com o sentido de 'trazer ao coração', 'despertar', 'pôr de acordo', derivado de 'cor, cordis' (coração).
Mudanças de sentido
Sentido primário de despertar, sair do sono, ou de conciliar, chegar a um entendimento.
Mantém os sentidos originais, sendo usada em contextos religiosos e cotidianos.
Preserva os sentidos de despertar físico e mental, e de chegar a um acordo, sendo 'acordava' a forma do pretérito imperfeito do indicativo.
A forma verbal 'acordava' é usada para descrever ações contínuas ou habituais no passado, como 'Ele acordava cedo todos os dias' ou 'Ela acordava assustada com os barulhos'.
Primeiro registro
Registros em textos medievais portugueses, com a conjugação do verbo 'acordar' já estabelecida.
Momentos culturais
Presente em obras literárias de diversos períodos, descrevendo rotinas, estados de espírito e resoluções de personagens. Ex: 'O cortiço' de Aluísio Azevedo, onde a rotina dos moradores é descrita.
Utilizada em letras de canções para evocar memórias, rotinas matinais ou momentos de reflexão. Ex: 'O tempo não para' de Cazuza, onde a ideia de despertar é implícita.
Comparações culturais
Inglês: 'used to wake up' ou 'would wake up' (para o sentido de hábito no passado). Espanhol: 'despertaba' (pretérito imperfeito do indicativo do verbo despertar). Francês: 'se réveillait' (pretérito imperfeito do indicativo do verbo se réveiller).
Relevância atual
A forma 'acordava' é uma conjugação verbal comum e essencial na comunicação em português brasileiro, utilizada em narrativas, descrições de rotinas passadas e relatos de experiências.
Origem Etimológica
Origem no latim 'acordare', que significa 'trazer ao coração', 'despertar', 'pôr de acordo'. Deriva de 'cor, cordis' (coração).
Entrada e Evolução no Português
A palavra 'acordar' e suas conjugações, como 'acordava', foram incorporadas ao português arcaico, mantendo o sentido de despertar físico e mental, ou de chegar a um acordo.
Uso Contemporâneo no Brasil
A forma 'acordava' é amplamente utilizada no português brasileiro para descrever ações habituais de despertar ou estados de consciência no passado, sendo uma palavra formal e dicionarizada.
Do latim 'acordare'.