adotarem
Do latim 'adoptare', significando tomar para si, escolher.
Origem
Do latim 'adoptare', que significa 'escolher', 'receber como filho', 'tomar para si'.
Mudanças de sentido
Sentido primário de tomar algo ou alguém para si, com ênfase na filiação legal.
Expansão para a aceitação de ideias, práticas, teorias e costumes. Consolidação do uso em contextos legais e sociais.
Ampla aplicação em adoção de crianças, políticas públicas, tecnologias, hábitos de consumo e conceitos abstratos. A forma 'adotarem' surge em contextos de probabilidade ou desejo.
Primeiro registro
Registros em textos jurídicos e literários medievais em português, refletindo o uso do latim 'adoptare'.
Momentos culturais
Adoção como prática legal e social, com implicações religiosas e de herança.
Adoção de crianças ganha destaque em debates sociais e literários, como em 'O Guarani' de José de Alencar, onde Peri adota Peri.
Adoção de políticas públicas e tecnologias, como a adoção do voto feminino ou a adoção de novas tecnologias industriais.
Adoção de estilos de vida, dietas, práticas de bem-estar e a adoção de novas plataformas digitais.
Conflitos sociais
Debates sobre a legalidade e moralidade da adoção de crianças, especialmente em contextos de desigualdade social e racial.
Discussões sobre a adoção de políticas de inclusão, cotas e a adoção de tecnologias que geram exclusão digital.
Vida emocional
A palavra 'adotar' e suas formas verbais carregam um peso emocional significativo, especialmente em contextos de filiação, remetendo a sentimentos de pertencimento, amor, responsabilidade e, por vezes, perda ou abandono.
Vida digital
Buscas por 'adoção de crianças', 'adotar um pet', 'adotar um estilo de vida saudável'. A forma 'adotarem' aparece em discussões sobre planos futuros e possibilidades em fóruns e redes sociais.
Representações
Novelas, filmes e séries frequentemente retratam histórias de adoção de crianças, explorando os laços familiares e os desafios emocionais. Exemplos incluem 'A Vida da Gente' (novela) e 'Lion' (filme).
Comparações culturais
Inglês: 'to adopt'. Espanhol: 'adoptar'. Ambas as línguas compartilham a mesma raiz latina e sentidos semelhantes, com 'adopt' em inglês e 'adoptar' em espanhol sendo equivalentes diretos. O francês 'adopter' também segue a mesma linha etimológica e semântica.
Relevância atual
A palavra 'adotarem' continua relevante em discussões sobre família, direitos, políticas públicas e escolhas pessoais. Sua forma verbal específica 'adotarem' é comum em cenários hipotéticos, como em frases do tipo 'É importante que as pessoas adotarem novas tecnologias' ou 'Se eles adotarem essas medidas, o resultado será positivo'.
Origem Etimológica e Primeiros Usos
Século XIII - Deriva do latim 'adoptare', que significa 'escolher', 'receber como filho', 'tomar para si'. O verbo 'adotar' chegou ao português através do latim vulgar, com o sentido de tomar algo ou alguém para si, seja em sentido legal (filiação) ou figurado (ideias, costumes).
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média ao Século XIX - O verbo 'adotar' expandiu seu leque semântico, passando a abranger a aceitação de ideias, práticas, teorias e até mesmo a adoção de crianças. O uso se consolidou em contextos legais, sociais e intelectuais.
Uso Contemporâneo e Formas Verbais
Século XX à Atualidade - A palavra 'adotarem' (terceira pessoa do plural do futuro do subjuntivo ou presente do conjuntivo do verbo 'adotar') é amplamente utilizada em diversos contextos, desde a esfera familiar e legal até a adoção de políticas públicas, tecnologias e hábitos de consumo. A forma verbal específica 'adotarem' aparece em construções hipotéticas ou de desejo.
Do latim 'adoptare', significando tomar para si, escolher.