Palavras

analise-fundamentada

Composto de 'análise' (do grego 'analysis') e 'fundamentada' (particípio passado de 'fundamentar', do latim 'fundamentum').

Origem

Século XVI

Do grego 'analysis' (ἀνάλυσις), significando 'desatar', 'desfazer', 'separar em partes'. Introduzida no português via latim científico.

Século XIX

O adjetivo 'fundamentada' deriva do latim 'fundamentum' (base, alicerce), reforçando a ideia de solidez e embasamento.

Mudanças de sentido

Século XVI-XVIII

O termo 'análise' era predominantemente técnico-científico, referindo-se à decomposição de substâncias ou conceitos.

Século XIX-XX

A locução 'análise fundamentada' surge para distinguir métodos rigorosos de investigações superficiais, ganhando força em contextos acadêmicos e de pesquisa.

Atualidade

A expressão é sinônimo de rigor metodológico e confiabilidade, sendo um selo de qualidade para qualquer tipo de estudo ou parecer.

Em contextos modernos, 'análise fundamentada' implica a apresentação clara das premissas, métodos e evidências que sustentam uma conclusão, contrastando com opiniões ou achismos. É um termo valorizado em áreas que exigem precisão e objetividade, como direito, ciência de dados e engenharia.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações científicas e acadêmicas brasileiras e portuguesas, com o uso consolidado da locução para descrever metodologias de pesquisa.

Momentos culturais

Século XX

Adoção em manuais de metodologia científica e em trabalhos de conclusão de curso (TCCs) e teses, tornando-se um jargão acadêmico comum.

Anos 2000

Crescente uso em relatórios de mercado, consultorias e pareceres técnicos, enfatizando a necessidade de embasamento em dados.

Comparações culturais

Inglês: 'well-founded analysis' ou 'evidence-based analysis'. Espanhol: 'análisis fundamentado' ou 'análisis basado en fundamentos'. Francês: 'analyse fondée' ou 'analyse étayée'.

Relevância atual

Essencial em debates sobre 'fake news' e desinformação, onde a 'análise fundamentada' é o contraponto à informação sem base.

Valorizada no ambiente corporativo e de startups para justificar decisões estratégicas e investimentos.

Pilar em áreas como direito, medicina e engenharia, onde a precisão e a comprovação são cruciais.

Origem Etimológica

Século XVI - Deriva do grego 'analysis' (ἀνάλυσις), que significa 'desatar', 'desfazer', 'separar em partes'. O termo foi introduzido no português através do latim científico.

Entrada e Evolução na Língua Portuguesa

Séculos XVI-XIX - Inicialmente restrita a contextos acadêmicos e científicos, 'análise' ganha popularidade com o avanço das ciências e da filosofia. A adição do adjetivo 'fundamentada' ocorre posteriormente, para especificar um tipo de análise rigorosa.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade - Amplamente utilizada em diversas áreas: acadêmica, jurídica, empresarial, psicológica e tecnológica. Refere-se a um exame detalhado e sistemático de algo, baseado em evidências, dados ou princípios lógicos.

analise-fundamentada

Composto de 'análise' (do grego 'analysis') e 'fundamentada' (particípio passado de 'fundamentar', do latim 'fundamentum').

PalavrasConectando idiomas e culturas