argumentem
Do latim 'argumentare'.
Origem
Do latim 'argumentum', com o sentido de prova, demonstração, exposição. Relacionado ao verbo 'arguere', que significa tornar claro, provar, acusar. Possível influência do grego 'argos' (claro, brilhante).
Mudanças de sentido
Utilizada em contextos filosóficos e teológicos para a construção de raciocínios lógicos e demonstrações de fé.
Ganhou proeminência em debates intelectuais, científicos e políticos, sendo fundamental para a retórica e a persuasão.
Mantém seu sentido primário de apresentar razões e provas, mas se expande para o uso em debates acadêmicos, jurídicos, jornalísticos e na comunicação cotidiana, incluindo discussões online.
A forma 'argumentem' é a terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo ou a segunda pessoa do plural do imperativo do verbo 'argumentar'. No contexto digital, a necessidade de 'argumentar' é constante em fóruns, redes sociais e comentários, onde a clareza e a força dos argumentos são frequentemente testadas.
Primeiro registro
Registros em textos latinos medievais e nos primeiros escritos em português, como crônicas e documentos legais, indicam o uso do verbo e suas conjugações.
Momentos culturais
Presente em discursos políticos e literários, como nos debates sobre a abolição da escravatura e a proclamação da República.
Central em debates televisivos, programas de rádio e em obras literárias que exploram conflitos de ideias.
Essencial em debates públicos, podcasts, vídeos educativos e em competições de oratória e debate, como o debate político e acadêmico.
Conflitos sociais
A capacidade de 'argumentar' tem sido historicamente ligada ao poder e à influência. Grupos marginalizados frequentemente lutaram para ter seus argumentos ouvidos e validados em conflitos sociais e políticos.
Vida digital
A forma 'argumentem' aparece em instruções para debates online, em comentários de redes sociais e em tutoriais sobre como construir um bom argumento. É comum em discussões sobre temas polêmicos na internet.
Comparações culturais
Inglês: 'argue' (presente do subjuntivo 'argue', imperativo 'argue'). Espanhol: 'argumenten' (terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo ou segunda pessoa do plural do imperativo do verbo 'argumentar'). Francês: 'argumentent' (terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo ou segunda pessoa do plural do imperativo do verbo 'argumenter'). Italiano: 'argomentino' (terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo ou segunda pessoa do plural do imperativo do verbo 'argomentare').
Relevância atual
A palavra 'argumentem' mantém sua relevância como um comando ou solicitação para a apresentação de raciocínios lógicos e fundamentados. É crucial em ambientes educacionais, jurídicos e em qualquer esfera onde a clareza de pensamento e a persuasão baseada em fatos são valorizadas. A capacidade de 'argumentar' é uma habilidade essencial na sociedade contemporânea, especialmente em um mundo saturado de informações e opiniões diversas.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'argumentum', que significa 'provar', 'demonstrar', 'expor', originado do verbo 'arguere' (tornar claro, provar, acusar).
Entrada e Evolução no Português
A palavra 'argumentar' e suas formas conjugadas, como 'argumentem', foram incorporadas ao português através do latim, possivelmente com influência do grego 'argos' (claro, brilhante). Sua presença é documentada desde os primórdios da língua, consolidando-se em textos literários e jurídicos.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'argumentem' é uma forma verbal comum em contextos formais e informais, utilizada para instruir ou solicitar que se apresentem argumentos em debates, discussões, redações e apresentações. É uma palavra dicionarizada e amplamente compreendida.
Do latim 'argumentare'.