Palavras

assassinas

Do latim 'assassinus', derivado do árabe 'ḥashshāshīn'.

Origem

Idade Média

Do latim 'assassinus', originado do árabe 'ḥashshāshīn', nome de um grupo de sectários. A disseminação pelo português ocorreu via italiano 'assassino'.

Mudanças de sentido

Idade Média - Atualidade

O sentido primário de 'assassina' (e seu plural 'assassinas') permaneceu estável ao longo do tempo, referindo-se a uma mulher que comete assassinato. Não há registros de ressignificações profundas ou amplas mudanças de sentido para o termo em si, mantendo-se ligado ao ato de matar.

Embora o termo 'assassina' em si seja direto, o conceito de mulheres envolvidas em atos violentos ou criminosos pode ser explorado em contextos literários e midiáticos, onde a palavra pode adquirir nuances dependendo da narrativa.

Primeiro registro

Séculos Posteriores à Idade Média

Registros do termo 'assassina' e seu plural 'assassinas' podem ser encontrados em textos jurídicos, crônicas históricas e literatura a partir da consolidação do português como língua escrita, seguindo a entrada do vocábulo no idioma.

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

A palavra 'assassinas' pode aparecer em obras literárias, filmes e séries que retratam crimes, investigações ou histórias de mulheres em papéis de antagonistas ou personagens complexas envolvidas em atos violentos. Exemplos incluem narrativas de suspense, dramas criminais e ficção histórica.

Conflitos sociais

Atualidade

O uso da palavra 'assassinas' em contextos de violência de gênero, como feminicídios, pode gerar debates sobre a linguagem utilizada para descrever tais crimes e suas vítimas. A palavra em si descreve o ato, mas seu contexto de uso pode estar ligado a discussões sociais mais amplas.

Vida emocional

Atualidade

A palavra 'assassinas' carrega um peso semântico negativo e forte, associado a perigo, violência e transgressão moral. Evoca sentimentos de repulsa, medo e, em alguns contextos, fascínio mórbido.

Vida digital

Atualidade

Buscas por 'assassinas' em ambientes digitais geralmente se relacionam a notícias sobre crimes, discussões sobre feminicídio, ou a personagens fictícias em obras de entretenimento. Pode aparecer em fóruns de discussão sobre true crime ou em análises de personagens.

Representações

Século XX - Atualidade

Filmes, séries e novelas frequentemente apresentam personagens femininas que são ou são acusadas de serem 'assassinas', explorando suas motivações, métodos e o impacto de seus atos. Essas representações variam de vilãs icônicas a anti-heroínas complexas.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'assassins' (referindo-se a mulheres que matam). Espanhol: 'asesinas' (com o mesmo sentido literal). Francês: 'assassines'. Alemão: 'Mörderinnen' (assassinas). O sentido literal de mulher que mata é amplamente compartilhado entre as línguas ocidentais derivadas do latim e influenciadas pelo árabe.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'assassinas' mantém sua relevância como termo descritivo para atos criminosos cometidos por mulheres. Continua a ser utilizada em contextos legais, jornalísticos e de entretenimento, e seu uso pode ser objeto de análise em discussões sobre violência e representação feminina.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'assassinus', que por sua vez tem origem no árabe 'ḥashshāshīn', referindo-se a um grupo de sectários muçulmanos medievais. A palavra entrou no português através do italiano 'assassino'.

Entrada e Evolução no Português

A palavra 'assassina' (feminino de assassino) foi incorporada ao léxico português, mantendo o sentido original de mulher que comete assassinato. Sua forma plural, 'assassinas', refere-se a múltiplas mulheres com essa característica.

Uso Contemporâneo

A palavra 'assassinas' é formal e dicionarizada, utilizada para descrever mulheres que intencionalmente matam ou causam a morte de alguém. Seu uso é predominantemente literal, mas pode aparecer em contextos figurados.

assassinas

Do latim 'assassinus', derivado do árabe 'ḥashshāshīn'.

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