bojo
Origem incerta, possivelmente do latim 'boia' (barriga).
Origem
Origem incerta, possivelmente do latim 'bulga' (bolsa, odre) ou do grego 'bolbos' (cebola, algo arredondado). A palavra 'bojo' como a conhecemos no português remonta a tempos antigos, com raízes que apontam para a ideia de algo arredondado e oco.
Mudanças de sentido
Utilizada para descrever a parte principal e mais volumosa de recipientes, como potes, barris e caldeirões. Sua função era descrever a forma e a capacidade.
Mantém seu sentido literal, mas também passa a ser usado metaforicamente para se referir à parte central ou principal de algo, como o 'bojo' de um problema ou o 'bojo' de uma organização.
A definição de 'parte arredondada e saliente de um recipiente; corpo de um vaso ou vasilha. Também se refere à parte principal de um instrumento musical ou a uma cavidade' é consistente com seu uso histórico e sua evolução semântica.
Primeiro registro
A palavra 'bojo' já estava presente no português arcaico, indicando seu uso consolidado antes mesmo da formação do português moderno.
Momentos culturais
Presente em descrições de utensílios domésticos e de produção, como alambiques e caldeirões, fundamentais na economia e no cotidiano da época.
Utilizada em literatura e música popular para evocar imagens de fartura, de objetos cotidianos ou de partes essenciais de instrumentos musicais, como o bojo de um violão.
Comparações culturais
Inglês: 'Belly' (para recipientes) ou 'body' (para instrumentos musicais). Espanhol: 'Barriga' (para recipientes) ou 'caja'/'cuerpo' (para instrumentos musicais). O conceito de uma parte central e arredondada é universal, mas a palavra específica e suas nuances variam.
Relevância atual
No português brasileiro, 'bojo' é uma palavra formal e dicionarizada, com uso estável em contextos técnicos, literários e cotidianos. Sua presença em dicionários como 'Palavra formal/dicionarizada' (corpus_dicionarios_portugues.txt) atesta sua relevância lexical.
Mantém seu sentido literal em artesanato, culinária e design de objetos. Metaforicamente, é empregada para descrever a essência ou o núcleo de algo, como em 'o bojo da questão', demonstrando sua vitalidade semântica.
Origem Etimológica
Origem incerta, possivelmente do latim 'bulga' (bolsa, odre) ou do grego 'bolbos' (cebola, algo arredondado). A palavra 'bojo' como a conhecemos no português remonta a tempos antigos, com raízes que apontam para a ideia de algo arredondado e oco.
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'bojo' já estava presente no português arcaico, sendo utilizada para descrever a parte principal e mais volumosa de recipientes, como potes, barris e caldeirões. Sua função era descrever a forma e a capacidade.
Evolução de Sentido
Ao longo dos séculos, 'bojo' manteve seu sentido literal de parte arredondada e saliente, mas também passou a ser usado metaforicamente para se referir à parte central ou principal de algo, como o 'bojo' de um problema ou o 'bojo' de uma organização. A definição de 'parte arredondada e saliente de um recipiente; corpo de um vaso ou vasilha. Também se refere à parte principal de um instrumento musical ou a uma cavidade' é consistente com seu uso histórico.
Uso Contemporâneo
No português brasileiro atual, 'bojo' é uma palavra formal e dicionarizada, utilizada em diversos contextos. Mantém seu sentido literal em artesanato, culinária e design de objetos. Metaforicamente, é empregada para descrever a essência ou o núcleo de algo, como em 'o bojo da questão'.
Origem incerta, possivelmente do latim 'boia' (barriga).