bojo

Origem incerta, possivelmente do latim 'boia' (barriga).

Origem

Idade Média

Origem incerta, possivelmente do latim 'bulga' (bolsa, odre) ou do grego 'bolbos' (cebola, algo arredondado). A palavra 'bojo' como a conhecemos no português remonta a tempos antigos, com raízes que apontam para a ideia de algo arredondado e oco.

Mudanças de sentido

Séculos XIV-XV

Utilizada para descrever a parte principal e mais volumosa de recipientes, como potes, barris e caldeirões. Sua função era descrever a forma e a capacidade.

Séculos XVI - Atualidade

Mantém seu sentido literal, mas também passa a ser usado metaforicamente para se referir à parte central ou principal de algo, como o 'bojo' de um problema ou o 'bojo' de uma organização.

A definição de 'parte arredondada e saliente de um recipiente; corpo de um vaso ou vasilha. Também se refere à parte principal de um instrumento musical ou a uma cavidade' é consistente com seu uso histórico e sua evolução semântica.

Primeiro registro

Séculos XIV-XV

A palavra 'bojo' já estava presente no português arcaico, indicando seu uso consolidado antes mesmo da formação do português moderno.

Momentos culturais

Período Colonial

Presente em descrições de utensílios domésticos e de produção, como alambiques e caldeirões, fundamentais na economia e no cotidiano da época.

Século XX

Utilizada em literatura e música popular para evocar imagens de fartura, de objetos cotidianos ou de partes essenciais de instrumentos musicais, como o bojo de um violão.

Comparações culturais

Inglês: 'Belly' (para recipientes) ou 'body' (para instrumentos musicais). Espanhol: 'Barriga' (para recipientes) ou 'caja'/'cuerpo' (para instrumentos musicais). O conceito de uma parte central e arredondada é universal, mas a palavra específica e suas nuances variam.

Relevância atual

Atualidade

No português brasileiro, 'bojo' é uma palavra formal e dicionarizada, com uso estável em contextos técnicos, literários e cotidianos. Sua presença em dicionários como 'Palavra formal/dicionarizada' (corpus_dicionarios_portugues.txt) atesta sua relevância lexical.

Atualidade

Mantém seu sentido literal em artesanato, culinária e design de objetos. Metaforicamente, é empregada para descrever a essência ou o núcleo de algo, como em 'o bojo da questão', demonstrando sua vitalidade semântica.

Origem Etimológica

Origem incerta, possivelmente do latim 'bulga' (bolsa, odre) ou do grego 'bolbos' (cebola, algo arredondado). A palavra 'bojo' como a conhecemos no português remonta a tempos antigos, com raízes que apontam para a ideia de algo arredondado e oco.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'bojo' já estava presente no português arcaico, sendo utilizada para descrever a parte principal e mais volumosa de recipientes, como potes, barris e caldeirões. Sua função era descrever a forma e a capacidade.

Evolução de Sentido

Ao longo dos séculos, 'bojo' manteve seu sentido literal de parte arredondada e saliente, mas também passou a ser usado metaforicamente para se referir à parte central ou principal de algo, como o 'bojo' de um problema ou o 'bojo' de uma organização. A definição de 'parte arredondada e saliente de um recipiente; corpo de um vaso ou vasilha. Também se refere à parte principal de um instrumento musical ou a uma cavidade' é consistente com seu uso histórico.

Uso Contemporâneo

No português brasileiro atual, 'bojo' é uma palavra formal e dicionarizada, utilizada em diversos contextos. Mantém seu sentido literal em artesanato, culinária e design de objetos. Metaforicamente, é empregada para descrever a essência ou o núcleo de algo, como em 'o bojo da questão'.

bojo

Origem incerta, possivelmente do latim 'boia' (barriga).

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