camisola
Origem incerta, possivelmente do latim tardio 'camisia' (túnica).
Origem
Do árabe hispânico 'camisóla', diminutivo de 'camisa', que por sua vez deriva do latim tardio 'camisia' (túnica de linho ou algodão).
Mudanças de sentido
Peça de roupa interior masculina, usada sob vestes formais ou armadura.
Expansão para o vestuário feminino, mantendo a conotação de peça íntima ou de dormir, com modelos mais elaborados.
Consolidação como roupa de dormir para ambos os gêneros, com foco em praticidade e tecidos como algodão.
Mantém o uso para dormir, mas expande-se para loungewear e moda casual/ousada.
A camisola contemporânea abrange uma ampla gama de estilos, desde modelos simples e funcionais até peças de seda com rendas, refletindo a diversidade de gostos e ocasiões de uso.
Primeiro registro
Registros em documentos de inventário e crônicas da época indicam o uso de 'camisola' como peça de vestuário masculino.
Momentos culturais
A literatura e a arte retratam a camisola como símbolo de intimidade e cotidiano doméstico, especialmente em representações da burguesia.
A popularização de tecidos sintéticos e modelos mais confortáveis contribui para a disseminação da camisola como peça essencial para o sono.
Comparações culturais
Inglês: 'nightgown' (mais formal, tradicional) ou 'pajamas' (conjunto de calça e blusa). Espanhol: 'camisón' (peça única, similar à camisola) ou 'pijama' (conjunto). Francês: 'chemise de nuit'. Italiano: 'camicia da notte'.
Relevância atual
A camisola é uma peça de vestuário comum e acessível, com forte presença no mercado de moda íntima e de homewear. Sua versatilidade a mantém relevante em diferentes contextos sociais e de uso.
Origem Etimológica
Século XIV - Deriva do árabe hispânico 'camisóla', diminutivo de 'camisa', que por sua vez vem do latim tardio 'camisia', significando túnica de linho ou algodão.
Entrada no Português e Evolução Inicial
Séculos XV-XVI - A palavra 'camisola' entra no vocabulário português, inicialmente referindo-se a uma peça de roupa interior masculina, semelhante a uma camisa curta, usada sob a armadura ou vestes mais formais. Era feita de tecidos finos como linho ou seda.
Transformação de Gênero e Uso
Séculos XVII-XVIII - O uso da camisola começa a se expandir para o vestuário feminino, mantendo a conotação de peça íntima ou de dormir. A forma e o tecido evoluem, tornando-se mais elaborados e decorados, especialmente em contextos de maior status social.
Modernidade e Cotidiano
Séculos XIX-XX - A camisola se consolida como peça de vestuário para dormir, tanto para homens quanto para mulheres, embora com modelos distintos. O tecido de algodão e a praticidade ganham destaque. No Brasil, a palavra se torna comum no vocabulário doméstico.
Uso Contemporâneo
Século XXI - A camisola mantém seu papel principal como roupa de dormir, mas também pode ser usada como loungewear (roupa de ficar em casa) ou até mesmo em combinações de moda mais ousadas. A diversidade de tecidos, estilos e estampas é vasta.
Origem incerta, possivelmente do latim tardio 'camisia' (túnica).