candil
Do espanhol 'candil', possivelmente do latim 'candela' (vela).↗ fonte
Origem
Deriva do latim 'candela' (vela), que por sua vez vem de 'candere' (brilhar, estar incandescente). O termo 'candil' pode ter se originado como um diminutivo ou um termo para um tipo específico de objeto de iluminação.
Mudanças de sentido
Principalmente 'recipiente para óleo ou azeite com pavio, usado para iluminação'. → ver detalhes
Ao longo dos séculos, 'candil' manteve seu sentido primário de dispositivo de iluminação. Em alguns contextos, pode ter se expandido para abranger tipos de candelabros ou pequenos lampiões, especialmente aqueles de design mais rústico ou antigo.
Uso restrito a contextos históricos, literários ou específicos.
Com a obsolescência tecnológica da iluminação a óleo, o termo 'candil' perdeu sua relevância prática cotidiana. Hoje, é mais encontrado em museus, descrições de épocas passadas na literatura, ou como um objeto de decoração vintage. Em algumas regiões rurais, pode ainda ser usado de forma residual.
Primeiro registro
Registros em textos medievais portugueses indicam o uso da palavra para descrever objetos de iluminação doméstica e artesanal. (corpus_textos_medievais_portugueses.txt)
Momentos culturais
Aparece em descrições literárias e artísticas que retratam a vida cotidiana, a ausência de luz elétrica e a atmosfera de épocas passadas. (literatura_classica_portuguesa.txt)
Comparações culturais
Inglês: 'Lamp' (termo genérico), 'Oil lamp' (lâmpada a óleo), 'Tallow candle' (vela de sebo). Espanhol: 'Candil' (muito similar, com o mesmo sentido primário de lâmpada a óleo), 'Lámpara de aceite'. Francês: 'Lampe à huile'. Italiano: 'Lampada ad olio'.
Relevância atual
A palavra 'candil' tem uma relevância limitada no uso cotidiano moderno, sendo mais associada a um vestígio histórico ou a um objeto de nicho. Sua presença é mais forte em contextos de preservação cultural, literatura histórica e em comunidades que ainda utilizam métodos de iluminação tradicionais. (palavrasMeaningDB:id_candil)
Origem Etimológica
Século XIII — do latim candela, que significa 'vela', derivado de candere, 'brilhar'. A palavra 'candil' surge como um diminutivo ou um termo relacionado a um objeto de iluminação.
Entrada e Uso Inicial no Português
Idade Média — A palavra 'candil' entra no vocabulário português, referindo-se a um recipiente com pavio e óleo ou azeite para iluminação, um objeto comum em residências e locais de trabalho antes da eletricidade.
Evolução de Sentido e Uso
Séculos XVI-XIX — O uso de 'candil' como objeto de iluminação persiste. Pode aparecer em contextos literários descrevendo ambientes rústicos ou históricos. O sentido de 'candelabro' ou 'pequeno lampião' também se consolida.
Uso Contemporâneo
Século XX e Atualidade — Com a popularização da eletricidade, o uso do 'candil' como fonte primária de iluminação torna-se obsoleto na vida urbana. A palavra persiste em contextos históricos, literários, ou para se referir a objetos decorativos ou de uso específico em áreas rurais ou em situações de falta de energia.
Do espanhol 'candil', possivelmente do latim 'candela' (vela).