capacidade-de-evocar
Formado pela junção do substantivo 'capacidade' (do latim 'capacitas, -atis') com a preposição 'de' e o verbo 'evocar' (do latim 'evocare').
Origem
Deriva do latim 'capacitas', 'capacitatis' (habilidade, aptidão, volume) e 'evocare' (chamar para fora, invocar).
Mudanças de sentido
Sentido primário de aptidão, habilidade para conter ou realizar algo. 'Evocar' com sentido de invocar ou chamar.
Foco na memória e cognição. A locução 'capacidade-de-evocar' passa a descrever a habilidade mental de recuperar informações.
O desenvolvimento da psicologia experimental e da neurociência no século XIX e XX permitiu a formalização do estudo da memória e dos processos de evocação, tornando a locução mais precisa e técnica.
Ampliação para contextos criativos, emocionais e existenciais. → ver detalhes
Na atualidade, 'capacidade-de-evocar' transcende o mero resgate de fatos. É usada para descrever a habilidade de trazer à tona sentimentos, inspirações, memórias afetivas, e até mesmo de 'evocar' novas ideias ou realidades através da imaginação e da criatividade. Em contextos terapêuticos, pode se referir à capacidade de evocar lembranças reprimidas ou de evocar um estado mental desejado.
Primeiro registro
A locução composta 'capacidade-de-evocar' como termo técnico em psicologia e estudos de memória. Registros em artigos científicos e livros acadêmicos da época.
Momentos culturais
Popularização do conceito em obras literárias e cinematográficas que exploram a memória e a identidade.
Discussões em redes sociais sobre 'evocar' memórias de infância, músicas nostálgicas e a capacidade de 'evocar' sentimentos através de gatilhos sensoriais (cheiros, sons).
Vida digital
Buscas por 'como melhorar a capacidade de evocar memórias' em motores de busca.
Uso em discussões sobre nostalgia em fóruns e redes sociais.
Termo aparece em artigos de blogs sobre produtividade, criatividade e bem-estar mental.
Comparações culturais
Inglês: 'ability to recall' ou 'evocative capacity'. Espanhol: 'capacidad de evocar'. Francês: 'capacité d'évoquer'. Alemão: 'Erinnerungsfähigkeit' (capacidade de memória) ou 'Fähigkeit zu evozieren' (capacidade de evocar).
Relevância atual
Alta relevância em campos como neurociência, psicologia cognitiva, terapia e estudos sobre criatividade. A capacidade de evocar é vista como fundamental para o aprendizado, a resolução de problemas e a construção da identidade pessoal.
Origem Etimológica e Latim
Século XIII — do latim 'capacitas', 'capacitatis', significando habilidade, aptidão, grandeza, volume. Deriva de 'capax', que por sua vez vem de 'capere', pegar, conter, compreender.
Entrada no Português e Primeiros Usos
Séculos XIV-XV — A palavra 'capacidade' entra no vocabulário português, inicialmente com sentido de aptidão física ou intelectual para algo. O termo 'capacidade-de-evocar' como locução específica não é encontrado em registros antigos, mas a ideia de evocar (do latim 'evocare', chamar para fora, invocar) já existia.
Desenvolvimento Moderno e Psicológico
Séculos XIX-XX — Com o avanço da psicologia e das ciências cognitivas, o conceito de 'capacidade de evocar' ganha contornos mais definidos, referindo-se à memória e à capacidade de trazer informações à consciência. O termo 'capacidade-de-evocar' como locução composta começa a ser utilizado em contextos acadêmicos e técnicos.
Uso Contemporâneo e Digital
Séculos XXI — A locução 'capacidade-de-evocar' é amplamente utilizada em psicologia, neurociência, estudos de memória e até em contextos de criatividade e resolução de problemas. A internet e a cultura digital popularizam discussões sobre memória, lembranças e a habilidade de 'evocar' informações ou sentimentos.
Formado pela junção do substantivo 'capacidade' (do latim 'capacitas, -atis') com a preposição 'de' e o verbo 'evocar' (do latim 'evocare').