capacidade-de-ser-feito
Composição por justaposição de substantivo, preposição e verbo no particípio.
Origem
Deriva do latim 'capacitas', 'capacitatis', significando 'capacidade', 'aptidão', 'habilidade'. Raiz em 'capax', 'capere' ('conter', 'segurar', 'tomar').
Mudanças de sentido
Uso inicial em português com sentido mais literal de 'volume' ou 'espaço que algo pode conter'.
Consolidação do sentido de 'aptidão intelectual' ou 'qualidade para aprender'. Emergência do sentido de 'potencial para ser feito' ou 'realizável' em discussões técnicas.
O conceito de 'capacidade-de-ser-feito' ganha força como termo técnico para avaliar exequibilidade de projetos e processos. A palavra 'capacidade' sozinha frequentemente carrega essa conotação técnica.
O termo composto 'capacidade-de-ser-feito' é compreendido em contextos específicos (gestão de projetos, design, engenharia) como viabilidade prática e exequibilidade. 'Capacidade' isolada mantém múltiplos sentidos.
A distinção entre a capacidade intrínseca de um ser ou objeto e a capacidade de uma ação ou projeto ser concretizado é fundamental. O termo composto enfatiza a segunda, a viabilidade externa e prática.
Primeiro registro
Primeiros usos documentados da palavra 'capacidade' em textos em português, com sentido de 'volume' ou 'espaço que contém'.
Registros em tratados filosóficos, pedagógicos e jurídicos com o sentido de 'aptidão'. Primeiros indícios de uso em contextos técnicos para 'viabilidade'.
Uso frequente em literatura técnica, relatórios de engenharia e administração, onde 'capacidade' frequentemente se refere à exequibilidade de um projeto ou processo.
Comparações culturais
Inglês: 'Feasibility' (viabilidade, exequibilidade) ou 'Doability' (capacidade de ser feito, mais informal). Espanhol: 'Factibilidad' (viabilidade, exequibilidade) ou 'Posibilidad de ser hecho' (possibilidade de ser feito). Francês: 'Faisabilité' (viabilidade, exequibilidade). Alemão: 'Machbarkeit' (exequibilidade, praticabilidade).
Relevância atual
O conceito de 'capacidade-de-ser-feito' é crucial em áreas como gestão de projetos (PMBOK), design thinking e desenvolvimento ágil, onde a viabilidade prática de uma solução é avaliada antes da implementação. A palavra 'capacidade' em si continua a ser um termo polissêmico e de alta frequência no vocabulário geral.
Origem Etimológica e Latim
Século XIII - Deriva do latim 'capacitas', 'capacitatis', que significa 'capacidade', 'aptidão', 'habilidade'. Relaciona-se com 'capax', 'capere', que significa 'conter', 'segurar', 'tomar'.
Entrada no Português e Uso Inicial
Séculos XIV-XV - A palavra 'capacidade' começa a ser utilizada em textos em português, inicialmente com sentido mais literal de 'volume' ou 'espaço que algo pode conter'. O sentido de 'aptidão' ou 'habilidade' se desenvolve gradualmente.
Consolidação do Sentido e Expansão
Séculos XVI-XVIII - O sentido de 'aptidão intelectual' ou 'qualidade para aprender' se consolida. A palavra passa a ser usada em contextos filosóficos, pedagógicos e jurídicos. O sentido de 'potencial para ser feito' ou 'realizável' começa a emergir em discussões técnicas e de engenharia.
Modernidade, Técnica e o Conceito de 'Capacidade-de-ser-feito'
Séculos XIX-XX - Com o avanço da engenharia, indústria e administração, o conceito de 'capacidade-de-ser-feito' ganha força como um termo técnico para avaliar a exequibilidade de projetos, processos e produtos. A palavra 'capacidade' sozinha frequentemente carrega essa conotação em contextos técnicos.
Atualidade e Linguagem Contemporânea
Século XXI - O termo 'capacidade-de-ser-feito' como uma expressão composta, embora não seja um vocábulo dicionarizado comum, é compreendido em contextos específicos de gestão de projetos, design, engenharia e desenvolvimento de produtos. Refere-se à viabilidade prática e à exequibilidade de uma ideia ou plano. A palavra 'capacidade' isoladamente continua a ser usada com múltiplos sentidos, incluindo o de 'potencial realizável'.
Composição por justaposição de substantivo, preposição e verbo no particípio.