capelina
Diminutivo de capela (cobertura para a cabeça).
Origem
Do italiano 'cappella', diminutivo de 'cappa' (capa), do latim 'cappa'. Inicialmente referia-se a um pequeno capuz ou cobertura de cabeça.
Mudanças de sentido
Entra no português como um tipo de chapéu feminino, influenciado pelo francês 'capeline'.
Consolida-se como um acessório de moda elegante e distinto para mulheres, associado a sofisticação e status social.
O uso específico diminui, sendo substituído por termos mais gerais ou associado a moda retrô e histórica.
A capelina, como um item de moda específico, perdeu espaço para tendências mais atuais, mas o conceito de chapéu feminino com abas largas ainda persiste em variações modernas.
Primeiro registro
Registros em textos literários e documentos da época indicam o uso da palavra para descrever chapéus femininos.
Momentos culturais
A capelina é um acessório onipresente em retratos da alta sociedade e em descrições literárias de personagens femininas, como em obras de Machado de Assis ou Eça de Queirós, simbolizando a moda da época.
Continua popular em filmes clássicos de Hollywood e em fotografias de moda, associada a glamour e elegância.
Comparações culturais
Inglês: 'Cloche hat' (especialmente nos anos 1920) ou 'wide-brimmed hat' para descrições mais gerais. Espanhol: 'Pamela' ou 'sombrero de ala ancha' para chapéus de abas largas femininos. Francês: 'Capeline' mantém o termo original e é usado para chapéus femininos de abas largas.
Relevância atual
A palavra 'capelina' é raramente usada no dia a dia, sendo mais encontrada em contextos de moda vintage, história da indumentária ou em coleções de museus. O termo é reconhecido por entusiastas de moda retrô e historiadores.
Origem Etimológica
Século XIV - Deriva do italiano 'cappella', diminutivo de 'cappa' (capa), que por sua vez tem origem no latim 'cappa'. Refere-se originalmente a uma pequena capa ou capuz, e por extensão, a um tipo de cobertura para a cabeça.
Entrada no Português
Séculos XVI-XVII - A palavra 'capelina' entra no vocabulário português, possivelmente através do francês 'capeline', mantendo o sentido de um chapéu feminino de abas largas, elegante e muitas vezes adornado.
Auge de Popularidade e Uso
Séculos XIX-XX - A capelina atinge seu auge como acessório de moda feminino, sendo amplamente descrita na literatura e retratada em fotografias e pinturas. Torna-se um símbolo de distinção e estilo.
Uso Contemporâneo
Século XXI - O termo 'capelina' é menos comum no uso diário, sendo mais encontrado em contextos históricos, de moda vintage ou em descrições específicas de chapéus. A palavra 'chapéu' ou termos mais genéricos são preferidos.
Diminutivo de capela (cobertura para a cabeça).