Palavras

caravelas

Do árabe hispânico 'qārib', possivelmente de origem grega 'karabos' (vaso pequeno).fonte

Origem

Século XV

Do latim vulgar 'carabellum', possivelmente derivado do grego 'karabos' (besouro, casco de navio) ou 'karabion' (pequeno navio). A palavra se consolidou em Portugal para designar um tipo específico de embarcação.

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

Designação específica de um tipo de embarcação à vela, ágil e adequada para longas viagens de exploração marítima.

Séculos XVII-Atualidade

Passa a ter um forte valor simbólico, representando a era das Grandes Navegações, o pioneirismo e a expansão marítima. O uso como termo técnico para a embarcação persiste em contextos históricos e educacionais.

Primeiro registro

Século XV

Registros em crônicas e documentos da época das explorações portuguesas, como as viagens de Bartolomeu Dias e Vasco da Gama, que frequentemente mencionam o uso de caravelas. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)

Momentos culturais

Séculos XV-XVI

A caravela é a protagonista das Grandes Navegações, sendo o veículo das descobertas geográficas que moldaram o mundo. Sua imagem está intrinsecamente ligada à expansão portuguesa e espanhola.

Século XIX

A literatura romântica e o nacionalismo frequentemente evocam as caravelas como símbolo da glória passada e do espírito aventureiro português.

Atualidade

A palavra 'caravelas' é usada em nomes de escolas, ruas, navios modernos (como réplicas históricas) e em contextos educacionais para ensinar sobre a história marítima.

Representações

Século XX-Atualidade

Filmes históricos, documentários, livros infantis e jogos frequentemente retratam caravelas em cenas de batalhas navais, exploração e viagens épicas.

Comparações culturais

Inglês: 'Caravel' (mesma origem etimológica e uso histórico similar). Espanhol: 'Carabela' (mesma origem etimológica e uso histórico similar). Francês: 'Caravelle' (mesma origem etimológica e uso histórico similar).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'caravelas' é um termo histórico e dicionarizado, fundamental para a compreensão da Era das Navegações. Sua relevância reside no seu papel como símbolo da exploração marítima e da expansão europeia, mantendo-se viva em contextos educacionais, culturais e históricos.

Origem Etimológica

Século XV — do latim vulgar 'carabellum', possivelmente derivado do grego 'karabos' (besouro, casco de navio) ou 'karabion' (pequeno navio). A palavra se consolidou em Portugal para designar um tipo específico de embarcação.

Era das Navegações e Consolidação

Séculos XV e XVI — A caravela torna-se a embarcação emblemática das Grandes Navegações portuguesas e espanholas. Sua agilidade e capacidade de navegar contra o vento foram cruciais para a exploração do Atlântico e a expansão marítima. O termo 'caravelas' é amplamente utilizado em crônicas e documentos da época para descrever essas expedições.

Uso Histórico e Simbólico

Séculos XVII-XIX — Embora o uso prático das caravelas diminua com o advento de navios maiores e mais tecnologicamente avançados, a palavra 'caravelas' mantém forte carga simbólica, representando a era de ouro da exploração, coragem e descobrimento. É frequentemente usada em contextos literários e históricos para evocar esse período.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade — A palavra 'caravelas' é predominantemente usada em contextos históricos, educacionais e culturais. Aparece em livros de história, museus, nomes de locais e em representações artísticas. O termo 'caravelas' é formal/dicionarizado, referindo-se especificamente ao tipo de embarcação histórica.

caravelas

Do árabe hispânico 'qārib', possivelmente de origem grega 'karabos' (vaso pequeno).

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