ceda
Do latim 'cedere'.↗ fonte
Origem
Do verbo latino 'cedere', com significados de 'ir embora', 'recuar', 'dar', 'transferir', 'render-se'.
Mudanças de sentido
O sentido fundamental de dar, transferir ou render-se permaneceu estável, mantendo um caráter formal e jurídico.
A palavra 'ceda' como forma verbal (imperativo ou subjuntivo) é usada em contextos que requerem a ação de transferir algo, seja propriedade, direito ou posição. Exemplos incluem 'Ceda o lugar' ou 'Que ele ceda a passagem'. O sentido de 'render-se' também é comum, como em 'Não ceda à pressão'.
Primeiro registro
Registros em textos jurídicos e administrativos medievais em português.
Momentos culturais
Presente em letras de músicas e diálogos de filmes e novelas, frequentemente em contextos de conflito, negociação ou desistência.
Comparações culturais
Inglês: 'yield' (render-se, dar), 'cede' (transferir). Espanhol: 'ceder' (dar, transferir, render-se). Francês: 'céder' (transferir, ceder).
Relevância atual
A palavra 'ceda' mantém sua formalidade e é amplamente utilizada em contextos legais, contratuais e em situações cotidianas que envolvem a transferência de direitos, posse ou a necessidade de recuar ou render-se. É uma palavra dicionarizada e formal, sem gírias ou usos informais proeminentes.
Origem Etimológica e Latim
Século XIII — Deriva do verbo latino 'cedere', que significa 'ir embora', 'recuar', 'dar', 'transferir', 'render-se'.
Entrada no Português e Evolução
Idade Média — A palavra 'ceder' entra no português com seus significados originais de dar, transferir ou render-se. Mantém-se formal e ligada a atos jurídicos e de posse.
Uso Moderno e Contemporâneo
Século XX e Atualidade — 'Ceda' (forma do imperativo ou presente do subjuntivo de ceder) continua a ser uma palavra formal, encontrada em contextos legais, negociações e situações que exigem renúncia ou transferência de direitos ou posse. Sua forma dicionarizada é mantida.
Do latim 'cedere'.