cheiro-de-queimadela

Composição de 'cheiro' (do latim 'sensus') + preposição 'de' + 'queimadela' (diminutivo de 'queimada', do latim 'cremata').

Origem

Século XVI

Composto de 'cheiro' (do latim 'sapor') e 'queimadela' (diminutivo de 'queimada', do latim 'cremata', particípio passado de 'cremare'). A junção forma um termo específico para o odor de algo queimado.

Mudanças de sentido

Século XVI - XIX

Predominantemente associado a queimadas agrícolas e alimentos acidentalmente queimados.

Século XX - Atualidade

Ampliado para incluir odores de qualquer tipo de queima, como incêndios. Mantém o sentido original, mas com maior abrangência contextual.

Primeiro registro

Século XVI

A formação da palavra sugere sua existência a partir deste período, com registros em textos que descrevem práticas agrícolas e cotidianas. (Referência: corpus_linguistico_historico.txt)

Momentos culturais

Período Colonial Brasileiro

Associado às práticas de desmatamento e queimadas para abertura de novas terras para plantio, um elemento recorrente na paisagem e na memória rural. (Referência: historia_agricola_brasil.txt)

Culinária Regional

Em algumas regiões, pode se referir ao odor específico de pratos que envolvem algum tipo de cozimento em fogo direto ou defumação, onde um leve 'queimado' é desejado. (Referência: culinaria_regional_brasil.txt)

Vida emocional

Geralmente associado a sensações de alerta (incêndio), nostalgia (queimadas rurais antigas) ou desconforto (alimento queimado). O peso da palavra depende do contexto da queima.

Vida digital

Buscas relacionadas a 'cheiro de queimado' aumentam significativamente em épocas de seca e risco de incêndios florestais. O termo aparece em notícias e alertas de segurança.

Pode aparecer em relatos pessoais em redes sociais descrevendo incidentes domésticos ou ambientais.

Representações

Novelas e Filmes

Frequentemente usado em cenas que envolvem acidentes domésticos (cozinha), incêndios ou para criar uma atmosfera de perigo ou desolação em cenários rurais.

Comparações culturais

Inglês: 'smell of burning' ou 'burnt smell'. Espanhol: 'olor a quemado'. Ambos os idiomas usam construções similares para descrever o odor de algo em processo de queima ou que foi queimado.

Relevância atual

O termo mantém sua relevância descritiva, especialmente em contextos de notícias sobre incêndios, desastres ambientais e segurança. Continua sendo uma expressão comum no vocabulário cotidiano brasileiro para descrever um odor específico e facilmente identificável.

Origem e Formação

Século XVI - Formação a partir da junção do substantivo 'cheiro' (do latim 'sapor', sabor, odor) com o substantivo 'queimadela' (diminutivo de 'queimada', do latim 'cremata', particípio passado de 'cremare', queimar). A junção expressa a ideia de um odor específico resultante de uma queimada ou de algo que sofreu um processo de queima.

Uso Histórico e Regional

Séculos XVII a XIX - O termo é utilizado em contextos rurais e agrícolas para descrever o odor característico de queimadas de pastagens ou de restos de colheita, prática comum para renovação do solo. Também pode se referir ao odor de alimentos queimados acidentalmente. O uso é predominantemente descritivo e ligado a eventos específicos.

Uso Contemporâneo

Século XX em diante - O termo mantém seu sentido original, mas pode ser usado de forma mais ampla para descrever qualquer odor de queimado, incluindo o de incêndios urbanos ou industriais. Em algumas regiões, pode ter conotações específicas ligadas a práticas culturais ou culinárias. A palavra 'cheiro' por si só já carrega a ideia de odor, e 'de queimadela' especifica a natureza desse odor.

cheiro-de-queimadela

Composição de 'cheiro' (do latim 'sensus') + preposição 'de' + 'queimadela' (diminutivo de 'queimada', do latim 'cremata').

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