child
Do inglês 'child'.↗ fonte
Origem
Do latim 'infantem', acusativo de 'infans', que significa 'aquele que não fala'. A palavra 'criança' é uma evolução do latim vulgar 'criatura', significando 'ser criado', 'criatura'.
Mudanças de sentido
Abrange desde bebês até jovens em transição para a vida adulta, com forte conotação de dependência e fragilidade.
O conceito de infância como fase distinta ganha força, mas 'criança' ainda pode ser usado para jovens trabalhadores.
Consolidação de 'criança' como termo para a fase infanto-juvenil, com foco em desenvolvimento e educação. 'Filho/filha' mantém o sentido de parentesco, mas pode ser usado em contextos de afeto e responsabilidade.
O termo 'criança' é amplamente utilizado em contextos legais, educacionais e de proteção. 'Filho/filha' é predominantemente usado para relações familiares, mas pode aparecer em expressões como 'filho pródigo' ou 'filho da pátria'.
Primeiro registro
A palavra 'criança' aparece em textos antigos da língua portuguesa, como em crônicas e documentos legais, referindo-se a indivíduos jovens.
Momentos culturais
A infância é idealizada na literatura, vista como um período de pureza e inocência, influenciando a representação da 'criança' na arte e na escrita.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e a Convenção sobre os Direitos da Criança (1989) elevam a 'criança' a um status de sujeito de direitos, moldando o discurso social e político.
Conflitos sociais
O trabalho infantil era comum, gerando debates sobre exploração e a necessidade de proteção à 'criança'.
Questões como abuso infantil, exploração sexual, trabalho infantil em algumas regiões e a necessidade de garantir o acesso à educação e saúde para todas as 'crianças' permanecem como conflitos sociais relevantes.
Vida emocional
A palavra 'criança' evoca sentimentos de ternura, proteção, inocência e vulnerabilidade. 'Filho/filha' carrega um peso emocional de amor, responsabilidade, orgulho e, por vezes, preocupação e dor.
Vida digital
Termos como 'criança' e 'filho' são frequentemente usados em buscas por informações sobre educação, saúde infantil, paternidade/maternidade e entretenimento. Memes e conteúdos virais frequentemente exploram a inocência ou as travessuras das 'crianças'.
Representações
Filmes e séries frequentemente retratam 'crianças' em papéis centrais, explorando temas como amadurecimento, aventura, drama familiar e superação. Novelas brasileiras frequentemente abordam a dinâmica familiar envolvendo 'filhos' e 'crianças'.
Comparações culturais
Inglês: 'Child' abrange tanto 'criança' quanto 'filho/filha' em muitos contextos, embora 'kid' seja mais informal para criança e 'son/daughter' para filho/filha. Espanhol: 'Niño/niña' para criança e 'hijo/hija' para filho/filha, com distinções claras. Francês: 'Enfant' para criança e 'fils/fille' para filho/filha. Alemão: 'Kind' para criança e 'Sohn/Tochter' para filho/filha.
Relevância atual
A palavra 'criança' é central em discussões sobre políticas públicas, educação, saúde e direitos humanos. 'Filho/filha' continua sendo um termo fundamental nas relações interpessoais e familiares, carregando um forte valor afetivo e social.
Origem e Primeiros Usos em Português
Século XIII - Deriva do latim 'infantem', acusativo de 'infans', que significa 'aquele que não fala'. A palavra 'criança' surge como um termo mais genérico para designar os jovens.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média a Século XIX - 'Criança' abrange desde bebês até jovens em transição para a vida adulta. O termo 'filho' ou 'filha' é mais específico para a relação de parentesco. O uso de 'criança' como sinônimo de 'filho' é comum em contextos afetivos e de dependência.
Modernidade e Contemporaneidade
Século XX a Atualidade - 'Criança' consolida-se como termo principal para a fase infanto-juvenil. 'Filho/filha' mantém o sentido de parentesco, mas também pode ser usado metaforicamente. A palavra 'child' em inglês, com seu uso mais amplo para 'criança' e 'filho', influencia a percepção e o uso em contextos globais.
Do inglês 'child'.