Palavras

cobertura-de-neve

Composto de 'cobertura' (do latim cooperire, cobrir) e 'neve' (do latim nix, nivis).

Origem

Século XVI

Composto formado pela junção do substantivo 'cobertura' (do latim cooperire, cobrir) e o substantivo 'neve' (do latim nix, nivis). A formação é analógica a outros compostos descritivos em português.

Mudanças de sentido

Século XVI - XIX

Predominantemente descritivo e evocativo de paisagens.

Século XX

Ganha conotação técnica e científica em glaciologia e meteorologia.

Século XXI

Mantém os usos anteriores, adicionando relevância em turismo de inverno e discussões sobre clima.

A palavra, embora não tenha sofrido grandes ressignificações semânticas, tornou-se mais frequente em contextos de lazer e preocupação ambiental, refletindo mudanças sociais e culturais.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em crônicas de viagens e descrições geográficas de expedições ao sul do Brasil ou relatos sobre regiões frias.

Momentos culturais

Séculos XVII - XIX

Presente em obras literárias que descrevem paisagens europeias ou de regiões de clima temperado/frio, influenciando a imaginação brasileira sobre o 'outro'.

Anos 1980 - Atualidade

Associada a filmes e séries que retratam invernos rigorosos, esportes de neve e o imaginário de férias em locais frios.

Vida digital

Alta frequência em buscas por 'destinos de neve', 'esqui', 'turismo de inverno'.

Utilizada em posts de redes sociais por viajantes em estações de esqui.

Presente em artigos e notícias sobre mudanças climáticas e o derretimento de geleiras.

Representações

Anos 1990 - Atualidade

Frequentemente retratada em filmes de romance, aventura e dramas ambientados em paisagens nevadas, como em 'O Resgate do Soldado Ryan' (cenas de inverno) ou filmes de Natal.

Comparações culturais

Inglês: 'snow cover' ou 'snowpack'. Espanhol: 'manto de nieve' ou 'cubierta de nieve'. Francês: 'couverture neigeuse'. Alemão: 'Schneedecke'. A formação composta é comum em muitas línguas germânicas e românicas para descrever o fenômeno.

Relevância atual

A palavra mantém sua relevância descritiva e técnica. Em um contexto de aquecimento global, a 'cobertura-de-neve' torna-se um indicador importante para estudos climáticos e para a indústria do turismo de inverno, que depende diretamente de sua existência e extensão.

Formação e Composição

Século XVI - A palavra 'cobertura' (do latim cooperire, cobrir) já existia. A junção com 'neve' (do latim nix, nivis) para formar o composto 'cobertura-de-neve' é uma construção natural em português para descrever o fenômeno.

Uso Literário e Descritivo

Séculos XVII a XIX - A palavra é utilizada em relatos de viagens, descrições geográficas e literatura para evocar paisagens de regiões frias, especialmente nos relatos de exploradores e naturalistas.

Uso Científico e Técnico

Século XX - Com o avanço da glaciologia e meteorologia, 'cobertura-de-neve' passa a ser um termo técnico para descrever a extensão e espessura da neve no solo, com aplicações em estudos climáticos e de recursos hídricos.

Uso Contemporâneo e Digital

Século XXI - A palavra mantém seu uso descritivo e técnico, mas ganha relevância em contextos de turismo de inverno, esportes na neve e em discussões sobre mudanças climáticas. É comum em buscas online relacionadas a destinos turísticos e previsões do tempo.

cobertura-de-neve

Composto de 'cobertura' (do latim cooperire, cobrir) e 'neve' (do latim nix, nivis).

PalavrasConectando idiomas e culturas