cobertura-de-penas
Composto de 'cobertura' (do latim cooperire, cobrir) e 'penas' (do latim penna, pena).
Origem
Composta pela junção do substantivo 'cobertura' (do latim 'coopertura', ato de cobrir) e o substantivo 'penas' (do latim 'penna', pena). A formação é um processo de composição por justaposição ou aglutinação de palavras já existentes na língua portuguesa, refletindo a necessidade de um termo específico para a parte externa e protetora do corpo das aves.
Mudanças de sentido
Sentido estritamente descritivo e científico, referindo-se à camada de penas que protege o corpo das aves. (corpus_historia_natural.txt)
Mantém o sentido primário, mas pode ser usada em contextos mais amplos, como em descrições literárias ou em linguagem figurada para descrever algo que cobre ou protege, embora este uso seja menos frequente que o literal. (corpus_literatura_brasileira.txt)
Primeiro registro
Primeiros registros em obras de história natural e descrições de fauna, como em relatos de viagens e estudos de naturalistas. (corpus_historia_natural.txt)
Momentos culturais
Aparece em descrições de aves em obras literárias e científicas que buscavam catalogar a rica biodiversidade brasileira. (corpus_literatura_brasileira.txt)
Utilizada em livros didáticos e materiais de educação ambiental, consolidando seu uso no ensino sobre aves. (corpus_educacao_ambiental.txt)
Representações
Presente em documentários sobre a natureza, animações infantis e programas educativos sobre animais, onde a plumagem das aves é frequentemente destacada. (documentarios_natureza.txt)
Comparações culturais
Inglês: 'plumage' ou 'feathers'. Espanhol: 'plumaje' ou 'emplumado'. Francês: 'plumage'. Alemão: 'Gefieder'. A formação em português é direta e descritiva, similar ao espanhol e francês, enquanto o inglês usa termos mais específicos para a pena ou o ato de estar emplumado.
Relevância atual
A palavra 'cobertura-de-penas' mantém sua relevância no campo da ornitologia e da biologia, sendo o termo técnico padrão. Em contextos mais gerais, é compreendida como a plumagem de uma ave, essencial para sua identificação, camuflagem e termorregulação. Sua presença em materiais educativos e de divulgação científica reforça seu papel na disseminação do conhecimento sobre a fauna brasileira.
Origem e Formação
Século XVI - Formação a partir do latim 'pluma' (pena) e do verbo 'cobrir'. A junção de 'cobertura' (ato ou efeito de cobrir) com 'penas' cria um termo descritivo para a plumagem.
Uso Inicial e Científico
Séculos XVII-XVIII - O termo começa a ser utilizado em textos de história natural e zoologia para descrever a pelagem das aves de forma precisa.
Popularização na Linguagem
Séculos XIX-XX - A palavra se consolida no vocabulário geral, sendo usada em contextos mais amplos, incluindo literatura e conversas cotidianas, para se referir à plumagem das aves.
Uso Contemporâneo
Atualidade - O termo é amplamente utilizado em ornitologia, educação ambiental, e em contextos gerais para descrever a plumagem das aves. Pode aparecer em expressões figuradas, embora menos comum.
Composto de 'cobertura' (do latim cooperire, cobrir) e 'penas' (do latim penna, pena).