cobiçando

Do latim 'cupidiare', derivado de 'cupidus' (desejoso).

Origem

Século XIII

Do latim 'cupiditas', que se refere a um desejo veemente, avidez ou ganância.

Mudanças de sentido

Idade Média

Fortemente ligada a desejos considerados pecaminosos, como a luxúria e a ganância, sendo um dos sete pecados capitais.

Período Moderno

Mantém o sentido de desejo intenso, mas é frequentemente explorada em narrativas literárias e reflexões morais, como um impulso humano a ser controlado ou compreendido.

Atualidade

O sentido original de desejar intensamente algo que pertence a outrem ou que é difícil de obter permanece inalterado em seu uso formal.

A palavra 'cobiçando' é encontrada em textos literários, jurídicos (referindo-se a bens ou direitos) e em discussões sobre ética e moralidade, onde o desejo excessivo é visto como problemático.

Primeiro registro

Século XIII

Registros em textos antigos da língua portuguesa já demonstram o uso do verbo 'cobiçar' e suas derivações, refletindo a influência do latim.

Momentos culturais

Idade Média

Presente em sermões e textos religiosos como um dos vícios a serem combatidos.

Século de Ouro (Portugal/Brasil)

Explorada em obras literárias para descrever paixões humanas, ambições e desejos proibidos.

Atualidade

A palavra 'cobiçando' pode aparecer em letras de música, novelas e filmes para retratar conflitos de desejo, inveja ou ambição desmedida.

Conflitos sociais

Diversos

A cobiça é frequentemente associada a conflitos sociais decorrentes da desigualdade, inveja e disputas por bens ou poder.

Vida emocional

Desde a Origem

Carrega um peso negativo, associada a sentimentos como inveja, ganância e desejo insaciável. É vista como uma emoção destrutiva quando não controlada.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'coveting' (desejar intensamente algo que pertence a outrem, frequentemente com conotação moral ou religiosa, como nos Dez Mandamentos). Espanhol: 'codiciando' (derivado do latim 'cupiditas', com sentido muito similar de desejar ardentemente, com ênfase na ganância ou luxúria). Francês: 'convoitant' (também derivado do latim, com sentido de desejar ardentemente, muitas vezes bens materiais).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'cobiçando' mantém sua relevância em discussões sobre ética, moralidade, literatura e direito. Seu uso formal a distingue de termos mais coloquiais para desejo, preservando uma conotação de intensidade e, por vezes, de ilicitude ou imoralidade.

Origem Latina e Formação

Século XIII - Deriva do latim 'cupiditas', que significa desejo intenso, avidez, ganância. O verbo 'cobiçar' surge em português a partir dessa raiz.

Evolução de Sentido e Uso

Idade Média - Associada a desejos pecaminosos e mundanos. Período Moderno - O sentido se mantém, mas a palavra ganha espaço em contextos literários e religiosos, frequentemente como um vício a ser evitado.

Uso Contemporâneo

Atualidade - A palavra 'cobiçando' (e seu verbo 'cobiçar') é formal e dicionarizada, mantendo seu sentido original de desejar intensamente algo alheio ou de difícil obtenção. É usada em contextos que vão do literário ao jurídico, passando por discussões éticas.

cobiçando

Do latim 'cupidiare', derivado de 'cupidus' (desejoso).

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