colecao-de-romances

Composição da locução 'coleção' (do latim collectio, -onis) e 'romances' (plural de romance, do francês antigo romanz).

Origem

Século XIX

Deriva da junção de 'coleção' (do latim 'collectio', ato de reunir) e 'romance' (do latim 'romanice', referindo-se a narrativas em prosa).

Mudanças de sentido

Século XIX

Refere-se a um conjunto organizado de obras literárias do gênero romance, frequentemente reunidas por tema, autor ou editora.

Início do Século XX

Amplia-se para incluir coleções de folhetins, romances seriados e obras de ficção popular, indicando um alcance mais massificado.

Atualidade

Mantém o sentido original, mas abrange também coleções digitais, e-books e audiolivros, refletindo a evolução dos formatos de leitura.

A curadoria de coleções de romances, antes restrita a bibliotecas e colecionadores, agora é facilitada por plataformas digitais, permitindo a criação de coleções temáticas personalizadas e o acesso a um acervo vasto e diversificado.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em catálogos de livrarias, bibliotecas e publicações literárias da época, indicando a prática de reunir romances em conjuntos.

Momentos culturais

Século XIX

A ascensão do romance como gênero literário dominante e a formação de bibliotecas particulares e públicas impulsionaram a criação de coleções de romances.

Início do Século XX

A publicação de romances em fascículos e a popularização de coleções como as da 'Coleção Azul' ou 'Coleção Amarela' tornaram a expressão comum no cotidiano.

Meados do Século XX

A expansão das editoras e a criação de coleções de bolso facilitaram o acesso a romances, consolidando a expressão em um contexto de consumo cultural em massa.

Comparações culturais

Inglês: 'collection of novels' ou 'romance collection'. Espanhol: 'colección de novelas'. Francês: 'collection de romans'. Alemão: 'Romansammlung'.

Relevância atual

A expressão 'coleção de romances' continua relevante, especialmente no contexto de venda de livros (físicos e digitais), bibliotecas, clubes de leitura e discussões literárias online. Plataformas de e-commerce frequentemente organizam seus catálogos em 'coleções de romances' por gênero, autor ou tema.

Origem e Consolidação

Século XIX - O termo 'coleção de romances' surge com a popularização da literatura impressa e a formação de bibliotecas pessoais e públicas. A palavra 'coleção' deriva do latim 'collectio', ato de reunir, e 'romance' do latim 'romanice', referindo-se às línguas românicas e, posteriormente, a narrativas em prosa.

Expansão e Diversificação

Início do Século XX - A expressão se consolida com a proliferação de editoras e a venda de obras em fascículos ou volumes únicos. O conceito abrange desde coleções de autores clássicos até séries de folhetins e romances populares.

Era Digital e Novos Formatos

Final do Século XX e Atualidade - A expressão mantém seu significado, mas se adapta a novos formatos como e-books, audiolivros e coleções digitais. A curadoria de coleções se torna mais acessível e personalizada.

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Composição da locução 'coleção' (do latim collectio, -onis) e 'romances' (plural de romance, do francês antigo romanz).

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