completeza
Derivado de 'completo' + sufixo '-eza'.↗ fonte
Origem
Deriva do latim 'completus' (completo), com o acréscimo do sufixo abstrato '-eza', que indica qualidade ou estado. O sufixo '-eza' é de origem latina, presente em palavras como 'grandeza' (magnitudo).
Mudanças de sentido
A formação do sufixo '-eza' em português, a partir do latim, permitiu a criação de substantivos abstratos que denotam a qualidade expressa pelo adjetivo. 'Completeza' segue essa lógica, significando a qualidade de ser completo.
Uso em contextos formais e eruditos para distinguir nuances de 'completude' ou 'inteireza', possivelmente em discussões filosóficas ou teóricas.
A palavra pode ter sido empregada para evitar ambiguidades ou para conferir um tom mais elevado ao discurso, em contraste com termos mais usuais.
Mantém o sentido original de estado ou qualidade do que é completo, integral, sem faltas. É uma palavra formal, encontrada em dicionários e textos acadêmicos.
Embora dicionarizada, 'completeza' não atingiu a mesma frequência de uso que 'completude' ou 'inteireza' no português brasileiro contemporâneo.
Primeiro registro
Registros em obras literárias e acadêmicas que demonstram um uso mais formal e menos corrente da palavra. A data exata do primeiro registro é difícil de precisar sem acesso a um corpus linguístico exaustivo, mas o padrão de formação sugere sua existência desde períodos anteriores, com consolidação em textos formais.
Momentos culturais
Possível uso em debates filosóficos ou literários que exploravam conceitos de totalidade, perfeição ou integridade. A palavra pode ter sido empregada por autores que buscavam um vocabulário mais preciso ou com maior carga semântica.
Comparações culturais
Inglês: A palavra 'completeness' é o equivalente direto e de uso comum. Espanhol: 'Completitud' é o termo mais frequente, embora 'completeza' possa existir como uma forma menos comum ou mais erudita, similar ao português. Italiano: 'Completezza' é o termo usual. Francês: 'Complétude' é o termo padrão.
Relevância atual
A palavra 'completeza' é formal e dicionarizada, mas seu uso é restrito a contextos que exigem precisão terminológica ou um registro linguístico mais elevado. No cotidiano, termos como 'completude', 'inteireza' ou 'totalidade' são preferidos.
Origem e Formação
Formada a partir do adjetivo 'completo' com o sufixo '-eza', comum na formação de substantivos abstratos que indicam qualidade ou estado. Deriva do latim 'completus', particípio passado de 'complere' (encher, completar).
Entrada e Uso Formal
A palavra 'completeza' surge como um termo mais erudito ou formal para expressar a ideia de 'completude' ou 'integridade'. Seu uso é registrado em textos que buscam precisão semântica, possivelmente a partir do século XIX ou início do século XX, em contextos acadêmicos ou filosóficos.
Uso Contemporâneo
A palavra 'completeza' é reconhecida como formal e dicionarizada, embora menos comum no uso coloquial que 'completude' ou 'inteireza'. Mantém seu sentido de estado ou qualidade do que é completo, sem lacunas ou faltas.
Derivado de 'completo' + sufixo '-eza'.