concedessem
Do latim 'concedere'.
Origem
Do verbo latino 'concedere', composto por 'con-' (junto) e 'cedere' (ir, ceder, dar). O sentido original remete a dar algo em conjunto ou permitir algo.
Mudanças de sentido
O sentido de 'dar', 'permitir', 'outorgar' ou 'concordar' foi mantido. A forma 'concedessem' especificamente se estabeleceu como a conjugação do subjuntivo imperfeito, indicando uma ação hipotética, condicional ou desejada no passado.
A evolução semântica do verbo 'conceder' manteve-se relativamente estável, focando na ideia de outorga ou permissão. A forma 'concedessem' é intrinsecamente ligada à gramática e ao modo subjuntivo, expressando irrealidade ou desejo.
Primeiro registro
Registros de textos em português antigo já apresentam conjugações verbais que evoluíram para formas como 'concedessem', refletindo a estrutura gramatical herdada do latim.
Momentos culturais
Presente em obras literárias, documentos históricos e textos jurídicos que requerem a expressão de condições hipotéticas ou desejos passados, como em 'Se eles nos concedessessem mais tempo...'.
Comparações culturais
Inglês: A forma correspondente seria 'if they were to grant' ou 'if they granted' (subjuntivo imperfeito). Espanhol: 'si nos concedieran' ou 'si nos concediesen' (subjuntivo imperfecto). Ambas as línguas, assim como o português, utilizam o modo subjuntivo para expressar hipóteses ou desejos passados.
Relevância atual
A palavra 'concedessem' mantém sua relevância no registro formal da língua portuguesa, sendo essencial para a construção de frases que expressam irrealidade, desejo ou condição no passado, especialmente em contextos literários, acadêmicos e jurídicos. Sua presença é estável e ligada à gramática normativa.
Origem Etimológica
Deriva do verbo latino 'concedere', que significa 'ceder', 'dar', 'permitir', formado por 'con-' (junto) e 'cedere' (ir, ceder).
Entrada e Evolução no Português
A forma verbal 'concedessem' (subjuntivo imperfeito) surge com a consolidação do português como língua românica, mantendo o sentido de uma ação hipotética ou desejada no passado, ligada à ideia de permissão ou outorga.
Uso Contemporâneo
Mantém seu uso formal em contextos literários, jurídicos e acadêmicos, referindo-se a uma condição não realizada ou a um desejo passado. A palavra é identificada como formal/dicionarizada, indicando sua estabilidade na norma culta.
Do latim 'concedere'.