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concordariam-em-ratificar

Formado pela junção do verbo 'concordar' (latim 'concordare') com a locução verbal 'em ratificar' (do latim 'ratus', particípio passado de 'rare', significando 'resolver, pensar, estimar', mais o infinitivo 'ratificare').

Origem

Latim

'Concordar' do latim 'concordare' (estar de acordo). 'Ratificar' do latim 'ratus' (confirmado, validado).

Mudanças de sentido

Latim/Idade Média

A construção verbal composta 'concordar em ratificar' sempre manteve um sentido de acordo condicional para validação.

Século XX - Atualidade

A complexidade da forma verbal 'concordariam-em-ratificar' a torna arcaica e pouco usual na comunicação moderna, que prefere formas mais simples como 'concordariam em ratificar' ou 'concordariam para ratificar'.

A tendência da língua portuguesa brasileira é a simplificação sintática. A forma 'concordariam-em-ratificar', com o hífen, embora gramaticalmente possível para unir o verbo principal ao infinitivo precedido de preposição, é raramente empregada. O uso mais comum seria 'concordariam em ratificar', sem o hífen, ou a substituição por construções mais diretas quando o contexto permite.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em documentos legais e eclesiásticos medievais em latim vulgar e português arcaico, onde construções verbais compostas eram mais frequentes para expressar nuances de condição e hipótese.

Momentos culturais

Século XIX

Presente em debates legislativos e jurídicos do Império Brasileiro, em atas e pareceres que exigiam precisão formal.

Século XX

Utilizada em documentos de transição política ou acordos internacionais que necessitavam de linguagem formal e inequívoca.

Vida digital

A forma 'concordariam-em-ratificar' é praticamente inexistente em buscas online e redes sociais, sendo substituída por variações mais simples ou por termos que expressam a ideia de forma mais direta.

Comparações culturais

Inglês: A construção equivalente seria 'would agree to ratify' ou 'would concur in ratifying', que também é formal e menos comum na fala cotidiana. Espanhol: Seria 'concordarían en ratificar' ou 'estarían de acuerdo en ratificar', mantendo a estrutura e a formalidade. Francês: 'conviendraient de ratifier' ou 's'accorderaient pour ratifier', também em contextos formais.

Relevância atual

Atualidade

A forma verbal 'concordariam-em-ratificar' possui relevância quase exclusiva em contextos jurídicos, acadêmicos e de linguagem formal, onde a precisão e a formalidade são primordiais. Na comunicação corrente no Brasil, é uma construção arcaica e raramente utilizada, sendo preferidas formas mais diretas e simplificadas.

Origem Latina e Formação Verbal

Século XIII - O verbo 'concordar' deriva do latim 'concordare', que significa 'estar de acordo', 'harmonizar'. O verbo 'ratificar' vem do latim 'ratus', particípio passado de 'reor' (pensar, crer, estimar), com o sentido de 'confirmar', 'validar'. A forma verbal 'concordariam-em-ratificar' é uma construção complexa que une esses dois verbos, indicando uma ação hipotética ou condicional.

Evolução e Uso em Documentos

Idade Média ao Século XIX - A construção verbal composta, especialmente com a preposição 'em', era mais comum em textos formais, jurídicos e administrativos. A forma 'concordariam-em-ratificar' seria utilizada para expressar uma concordância hipotética em ratificar um acordo, lei ou documento.

Uso Contemporâneo e Formalidade

Século XX - Atualidade - A forma verbal 'concordariam-em-ratificar' é raramente usada na linguagem falada cotidiana no Brasil. Sua ocorrência é restrita a contextos extremamente formais, como documentos legais, contratos, debates parlamentares ou textos acadêmicos que discutem a estrutura verbal e suas nuances condicionais. A tendência na língua portuguesa brasileira é a simplificação e a preferência por construções mais diretas.

concordariam-em-ratificar

Formado pela junção do verbo 'concordar' (latim 'concordare') com a locução verbal 'em ratificar' (do latim 'ratus', particípio passado de…

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