Palavras

concupiscências

Do latim 'concupiscentia', derivado de 'concupiscere' (desejar ardentemente).

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'concupiscentia', derivado de 'concupiscere', significando desejo ardente, cobiça, luxúria.

Mudanças de sentido

Idade Média

Fortemente associada ao pecado, à luxúria e aos desejos carnais no discurso cristão.

Era Moderna

Aparece em discussões filosóficas e literárias sobre paixões humanas, mantendo a ideia de intensidade, mas com nuances.

Embora o peso negativo persista em contextos religiosos, a literatura e a filosofia começam a explorar a complexidade dos desejos humanos, onde 'concupiscências' pode descrever anseios profundos, não necessariamente condenáveis em todos os cenários.

Atualidade

Uso restrito a contextos formais, religiosos e acadêmicos, mantendo a conotação de desejo intenso e, frequentemente, ilícito ou pecaminoso.

Primeiro registro

A palavra e seu conceito estão presentes em textos teológicos e filosóficos desde a Antiguidade Tardia e Idade Média, com sua forma latina 'concupiscentia' sendo amplamente utilizada.

Momentos culturais

Idade Média

Central em sermões e tratados teológicos sobre os Sete Pecados Capitais, especialmente a Luxúria.

Renascimento e Barroco

Presente em obras literárias que exploram a dualidade entre o espírito e a carne, o vício e a virtude.

Conflitos sociais

A repressão ou condenação de 'concupiscências' tem sido um ponto central em debates sobre moralidade sexual, puritanismo e controle social ao longo da história.

Vida emocional

Associada a sentimentos de culpa, pecado, tentação, mas também a uma intensidade de desejo que pode ser vista como força vital em certos contextos.

Comparações culturais

Inglês: 'Concupiscence' (formal, religioso, literário, com sentido similar de desejo ardente ou luxúria). Espanhol: 'Concupiscencia' (formal, religioso, literário, com sentido similar de desejo ardente ou luxúria). Francês: 'Concupiscence' (formal, religioso, literário, com sentido similar de desejo ardente ou luxúria).

Relevância atual

A palavra 'concupiscências' é um termo de registro formal, mantendo sua força em discussões teológicas, filosóficas e em análises literárias sobre a natureza humana e a moralidade. Seu uso na linguagem cotidiana é extremamente raro, sendo substituída por termos como 'desejos', 'cobiças' ou 'ânsias'.

Origem Etimológica e Latim

Deriva do latim 'concupiscentia', substantivo que significa 'desejo ardente', 'cobiça', 'luxúria', originado do verbo 'concupiscere', que significa 'desejar ardentemente', 'cobiçar'.

Cristianismo e Idade Média

A palavra adquire forte conotação negativa no contexto cristão, sendo associada aos desejos pecaminosos da carne e à tentação, em oposição à virtude e à espiritualidade.

Era Moderna e Literatura

Mantém seu sentido pejorativo em textos religiosos e morais, mas começa a aparecer em contextos literários e filosóficos para descrever paixões humanas intensas, nem sempre com juízo de valor estritamente negativo.

Uso Contemporâneo

A palavra 'concupiscências' é formal e dicionarizada, raramente usada na linguagem coloquial. Seu uso é predominantemente em contextos religiosos, teológicos, filosóficos ou literários que discutem a natureza do desejo, a moralidade e a condição humana, mantendo a carga de intensidade e, por vezes, de ilicitude.

concupiscências

Do latim 'concupiscentia', derivado de 'concupiscere' (desejar ardentemente).

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